Melina Barbosa sorriu e disse:
— Essa pergunta não deveria ser para você mesma? Você não está sem inspiração ultimamente, só conseguindo se manter copiando o que eu faço? Mas, olha, não é qualquer um que consegue me imitar, viu? No máximo, você é uma imitação barata.
— Cale a boca! É você quem está me imitando! — respondeu Manuela Barbosa, rangendo os dentes, quase triturando o maxilar de tanta raiva.
Melina Barbosa, porém, parecia muito mais tranquila. Estava claro para qualquer um quem estava perdendo o controle.
Ela pegou o celular e ligou para a empregada da Sra. Serra, que logo apareceu.
A empregada reconheceu Melina Barbosa, abriu um sorriso e disse, animada:
— Srta. Barbosa, que bom que você chegou! A Sra. Serra ficou muito feliz ao saber que você viria, pediu para eu vir te buscar imediatamente.
— Obrigada, eu já vou entrar — respondeu Melina Barbosa, cordial.
— Espere aí, quem é você? Por que ela pode entrar? — Manuela Barbosa se colocou na frente, bloqueando a passagem. Apontou para o segurança e disse: — Ele me deixou entrar porque eu sou a Srta. Barbosa, filha do Roberto Barbosa.
A empregada balançou a cabeça, confusa:
— Desculpe, não te conheço.
Manuela Barbosa ficou vermelha de raiva e insistiu:
— Eu sou sobrinha do Zeus Chou, o homem mais rico de Hong Kong!
Mas a empregada continuou balançando a cabeça:
— Mesmo você tendo o mesmo sobrenome, a única convidada que a Sra. Serra está esperando é a Srta. Melina Barbosa.
— O segurança deve ter se confundido.
Manuela Barbosa não fazia ideia de quem era a empregada, mas o segurança sabia bem.
Apesar de a Sra. Serra preferir ficar sozinha na casa antiga, sempre que voltava trazia a empregada consigo.
Portanto, se a empregada dizia que Melina Barbosa era a convidada esperada, dificilmente estaria errada.

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