Melina Barbosa conseguiu impedir Gustavo Ferreira a tempo e recuperou o celular.
— Marina Cavalcanti?
Com voz quase inaudível, como se temesse ser ouvida por alguém, Marina Cavalcanti falou com Melina Barbosa:
— Meli, me salva! Eu tô sem roupa! Me traz uma roupa, por favor, pro endereço...
O coração de Melina Barbosa disparou. Sem roupa? Então Marina Cavalcanti estava...
Enquanto anotava o endereço que Marina Cavalcanti lhe passava, Melina perguntou, preocupada:
— Marina, quer que eu ligue pra polícia? Aconteceu alguma coisa? Alguém te fez mal?
Um olhar constrangido cruzou o rosto de Marina Cavalcanti, que respondeu:
— Não precisa, não precisa chamar ninguém. É só um conhecido.
— ...
O tom hesitante de Marina Cavalcanti deixou Melina sem saber se era Marina quem estava levando vantagem ou alguém se aproveitava dela.
— Tá bom, vou pedir pra alguém te levar a roupa.
— Não! Você mesma precisa trazer, por favor — insistiu Marina.
— Tá certo.
Assim que desligou, Melina começou a se vestir apressada.
Gustavo Ferreira também se levantou e a abraçou pela cintura, encostando a cabeça em seu ombro. Mesmo separados apenas por uma leve camada de tecido, Melina sentiu o calor intenso que emanava dele.
Olhando nervosa para o braço forte que a envolvia, Melina engoliu em seco:
— Para com isso, preciso levar roupa pra Marina.
Gustavo respondeu:
— Não precisa, esse endereço é a casa do ex-marido dela.


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