Melina Barbosa assentiu com a cabeça e disse:
— Então vamos tentar.
Ela e Gustavo Ferreira sentaram-se nos banquinhos baixos que o dono do quiosque trouxe e começaram a beber, cada um tomando um gole, saboreando como se fosse a melhor coisa do mundo.
De repente, Melina Barbosa percebeu que algumas pessoas olhavam na direção deles. Só então notou que ela e Gustavo Ferreira haviam virado uma espécie de vitrine viva do quiosque; agora, muitos estavam voltados para eles, curiosos.
Melina Barbosa se aproximou do ouvido de Gustavo Ferreira e sussurrou:
— Quando terminarmos, pede para o dono abrir o coco pra gente e vamos embora.
— Tudo bem — respondeu Gustavo Ferreira.
Finalmente provaram a polpa do coco, que não era exatamente como imaginavam. O sabor não era tão intenso; só dava para sentir um leve toque adocicado, e a textura era macia.
— E aí, gostoso? — perguntou ele.
Naturalmente, Melina Barbosa pegou um pedaço da polpa com a colher:
— Experimenta você também.
Gustavo Ferreira, sem se importar por ela já ter provado, abriu a boca e comeu:
— Bem docinho.
Um olhar desconfiado passou pelos olhos de Melina Barbosa. Ela comentou:
— Doce? Achei bem simples.
Gustavo Ferreira sorriu de leve e, olhando fixamente para Melina Barbosa, disse:
— Para mim, está realmente doce.
Quando voltaram para o hotel, Renato Oliveira e o resto do grupo ainda estavam jogando cartas.
Gustavo Ferreira, ao ver o grupo animado, preferiu não interromper e se preparou para voltar ao quarto com Melina Barbosa.
De repente, ela disse:
— Não posso. Amanhã tem atividade com o pessoal, então hoje vou dormir com a Sofia.
Gustavo Ferreira franziu ligeiramente a testa e segurou a mão de Melina Barbosa, sem querer soltá-la.
Com um ar de leve reclamação, ele disse:

VERIFYCAPTCHA_LABEL
Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Armadilha Doce: O Segredo do Presidente