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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 566

Carlos avançou de repente e agarrou o pescoço de Maria com força.

— Maria, você é mesmo uma mulher venenosa!

O ar foi arrancado dos pulmões dela num instante. A dor da falta de oxigênio fez seu rosto ficar congestionado e avermelhado, mas, mesmo assim, ela soltou uma gargalhada.

— Carlos, aquela Emilly que você trata como um tesouro foi enviada por mim para o interior desde pequena. Você não imagina quanto sofrimento ela passou! Você traiu a sua missão! A filha do homem mais rico do mundo deveria ser a minha filha, Monique. Ela, sim, nasceu para ser a filha do homem mais rico do mundo!

Carlos olhou para Maria com repulsa. Naquele instante, ele realmente teve vontade de matá-la com as próprias mãos.

— Sua víbora! Foi você que destruiu a minha vida. Eu vou acabar com você agora!

A pressão das mãos de Carlos aumentou. Maria sentia que estava prestes a morrer, mas não podia, de forma alguma, se entregar à morte. Perder não estava nos seus planos.

Aos trancos, sua mão tateou a superfície ao lado até tocar num cinzeiro. Com toda a força, ela ergueu o objeto e o acertou contra a cabeça de Carlos.

O sangue jorrou imediatamente. Filetes espessos e vivos escorreram pelo rosto dele. As mãos dele se afrouxaram, e o corpo inteiro de Carlos caiu mole no chão.

Carlos estava caído. Maria levou a mão ao próprio pescoço, respirando ofegante e profundamente. A sensação de ter escapado por pouco fez seu coração disparar.

Olhando para Carlos estendido numa poça de sangue, ela chamou:

— Amor? Amor?

Carlos já estava inconsciente.

— Amor, eu realmente te amei... mas você me traiu! Agora, Monique é tudo para mim. Eu não vou permitir que ninguém fique no caminho da minha filha, nem mesmo você. Foi você quem pediu por isso!

Nesse momento, passos soaram lá fora: Mateus e Emilly estavam voltando.

Maria se sobressaltou. Eles já estavam chegando.

"E agora? O que eu faço?"

Do lado de fora, Mateus e Emilly subiam a escada. Pouco antes, Emilly havia sido forçada a beber um copo de leite com mel e agora precisava voltar correndo para preparar o antídoto.

— Presidente Mateus, o senhor pode voltar, não precisa ficar comigo na família Araújo.

Mateus lançou-lhe um olhar preocupado.

— Emilly, eu vou ficar aqui para te acompanhar. Só fico tranquilo se você estiver diante dos meus olhos.

Nesse instante, Eduardo surgiu à frente.

— Mateus, Emilly.

— Presidente Eduardo. — Cumprimentou-a.

Maria chorava:

— Eu não sei... Quando eu entrei, meu marido já estava caído aqui. Eu acho que ele bateu a cabeça na mesa.

Emilly se aproximou de imediato.

— Deixe-me examinar.

Ela estava prestes a verificar o estado de Carlos, mas Maria a impediu.

— Não precisa, o médico já chegou!

Nesse momento, um homem de jaleco branco entrou apressado.

— Depressa, levem o Sr. Carlos para fora. Eu vou iniciar a reanimação.

Os empregados carregaram Carlos para fora, e Maria foi atrás deles, correndo.

Antes de sair, ela lançou um olhar para Emilly:

— Emilly, prepare logo o antídoto para salvar a Monique. Eu vou cuidar do meu marido!

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