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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 558

Nilo estava furioso.

— Você!

Nesse momento, Emilly segurou o braço de Nilo e balançou a cabeça para ele.

— Nilo, não se preocupe. Eu mesma irei até a família Araújo.

Nilo disse em voz baixa:

— Emilly, essa Monique com certeza fez isso de propósito. Se você for à família Araújo, será como entrar diretamente na armadilha.

Emilly olhou para o mordomo.

— Eu confio no caráter do Presidente Eduardo. Ele jamais permitiria que eu deixasse a família Araújo sem segurança.

Nilo ainda não concordava.

— Mas, Emilly...

— Nilo, eu só vou até a família Araújo. Também quero ver que tipo de veneno a Monique ingeriu.

Vendo o olhar firme e lúcido de Emilly, Nilo não insistiu mais.

— Então tome cuidado, Emilly.

Ela assentiu.

— Está bem.

O mordomo disse:

— Srta. Emilly, por aqui, por favor.

Emilly o acompanhou e se afastou.

Sofia e Daniela tentaram se aproximar, mas os seguranças de preto as impediram. As duas olhavam para Emilly com preocupação.

— Emilly!

Ela lhes lançou um sorriso tranquilizador.

— Fiquem tranquilas, não vai acontecer nada comigo.

Emilly entrou no carro de luxo e desapareceu de vista.

Daniela falou, aflita:

— O que será que a Monique está tramando desta vez?

Sofia franziu o cenho.

— Agora essa Monique, sendo filha do homem mais rico do mundo e contando com o apoio do Eduardo, voltou a aprontar. Eu simplesmente não entendo como alguém assim pode ter tanta sorte. Como é possível que a filha do homem mais rico do mundo aja dessa maneira?

Daniela e Sofia não conseguiam compreender.

Nesse instante, um Rolls-Royce avançou em alta velocidade: Mateus havia chegado.

Ele desceu apressado e correu até elas.

Emilly foi levada para a residência da família Araújo. Assim que a viu chegar, Maria levantou-se bruscamente, tomada pela emoção.

— Emilly, o que você fez com a Monique? Que veneno você deu para ela?

O olhar límpido de Emilly permaneceu tranquilo enquanto encarava Maria.

— E como você sabe que fui eu quem a envenenou?

— Quem mais poderia ter sido? Naquele dia, no balcão da loja, a Monique falou com você e, logo depois, começou a passar mal. O médico disse que ela foi envenenada!

A Sra. Berenice acusou Emilly:

— Como você pôde fazer isso? Chegou ao ponto de envenenar a Monique para matá-la. Seu coração é cruel demais!

Emilly curvou levemente os lábios. Seu olhar passou pelos rostos de Sra. Berenice e Maria, e ela falou com ironia:

— Então vocês também sabem que envenenar alguém é algo cruel. Achei que não soubessem. Quando vocês se uniram para matar o meu pai, não foram cruéis? Com que direito ficam aqui julgando os outros?

O rosto de Sra. Berenice mudou de cor.

— Emilly, quem lhe deu permissão para falar assim comigo?

Maria olhou friamente para ela.

— Desta vez, Emilly, você passou dos limites!

Maria ergueu a mão, pronta para dar um tapa no rosto de Emilly.

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