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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 557

Emilly e Nilo já estavam no saguão do aeroporto, e Daniela e Sofia tinham vindo se despedir.

Daniela olhou para Emilly com evidente relutância.

— Emilly, você vai mesmo embora?

Emilly assentiu.

— Daniela, é só por um tempo. Ainda vou voltar.

Daniela estendeu a mão e acariciou a barriga de Emilly.

— Agora, tudo tem que ser pelo bem do bebê. Estou esperando para ser a madrinha.

Sofia abraçou Emilly com força.

— Emilly, vai embora assim? O Presidente Mateus ainda não sabe que você vai embora, nem que essa criança é dele. Não quer esperar por ele?

Embora Sofia sempre tivesse estado do lado de Emilly, Mateus era seu primo direto, e ela não conseguia deixar de sentir que aquele não deveria ser o fim da história entre ele e Emilly.

Emilly sorriu com serenidade.

— Sofia, o que eu e ele tivemos já chegou ao fim. Não vale a pena forçar o destino.

— Está bem... Emilly, cuide-se. — Sofia apertou ainda mais o abraço.

Vendo as três tão apegadas e sem querer se separar, Nilo comentou com um sorriso:

— Pronto, com o transporte de hoje, um voo de poucas horas e vocês já podem se ver de novo. Não façam disso uma despedida eterna. Emilly, está na hora.

Emilly se separou de Sofia e Daniela.

— Sofia, Daniela, estou indo.

— Até logo, Emilly. — Responderam as duas, acenando com pesar.

Nilo pegou a mala e, junto com Emilly, virou-se para ir embora.

Embora aquela cidade tivesse testemunhado muitas dores, na hora de partir, Emilly ainda sentia um aperto no peito.

Foi ali que ela viveu seus quatro anos mais felizes, e onde estavam todas as suas lembranças com Mateus.

Nesse instante, um toque melodioso de celular soou. Era uma ligação para Emilly.

Ela pegou o telefone e viu: era Mateus.

Ele estava ligando para ela.

Emilly encarou o visor por alguns segundos, mas optou por não atender.

O quê?

Os longos cílios de Emilly tremeram. Monique havia sido envenenada?

Com um leve curvar dos lábios, Emilly perguntou:

— O Presidente Eduardo está suspeitando de que fui eu quem envenenou Monique?

O mordomo, sendo um homem de confiança de Eduardo, escolhia bem cada palavra:

— Srta. Emilly, não sei dizer se foi a senhora quem fez isso. Mas o Sr. Eduardo pede que vá até a família Araújo para ajudar a retirar o veneno da Srta. Monique. Somente quando ela estiver bem, a senhora poderá deixar Rio dos Cedros.

Emilly nunca imaginou que o obstáculo para sua partida não viria de mais ninguém... mas sim de Eduardo e Monique.

"Que tipo de destino é esse?"

Nilo se colocou à frente dela e riu com ironia:

— O Presidente Eduardo realmente faz jus à fama de homem mais rico do mundo: age com total autoritarismo. E se Emilly insistir em sair de Rio dos Cedros sem ir à família Araújo?

O mordomo respondeu com um sorriso:

— Se o Sr. Eduardo não permitir que a Srta. Emilly saia de Rio dos Cedros, então nenhum avião desta cidade vai levantar voo. A não ser que a senhora consiga criar asas e voar sozinha.

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