O braço dele envolveu a cintura dela, pressionando-a contra sua barriga. Emilly já estava se sentindo desconfortável e rapidamente começou a empurrá-lo.
— Solta! Você está machucando minha barriga!
Ao ouvi-la dizer que estava machucando sua barriga, o braço de Mateus ficou tenso por um instante. Em seguida, ele o moveu para cima, evitando tocá-la ali novamente, e a empurrou contra o sofá macio.
Emilly tentou se levantar, mas Mateus a pressionou para baixo, estendendo a mão para rasgar sua gola.
O som do tecido rasgado ecoou no ar. A gola cedeu. Emilly sentiu um arrepio no ombro e soltou um grito de surpresa.
Nesse momento, Mateus se inclinou sobre ela, escondendo o rosto em seu pescoço enquanto começava a beijá-la.
— Por que o Nilo pode e eu não? Emilly, por que me trata assim?
Essa pergunta, na verdade, era ela quem deveria fazer. Por que ele a tratava daquela forma?
Ele podia estar com Monique, mas ela não podia estar com Nilo. Que tipo de lógica era essa?
Com que direito ele ficava ao lado de Monique e, ao mesmo tempo, invadia sua casa para atacá-la?
O que ele achava que ela era?
Emilly lutava com todas as forças.
— Mateus, me solta! Não me toque, me solta!
Enquanto rasgava suas roupas, Mateus também puxava o cinto da própria cintura forte e definida.
— Emilly, eu quero fazer com você. Você não quer salvar o Nilo? Pode poupá-lo do sofrimento, é só ficar comigo.
Mateus forçou a abertura das pernas dela.
Os olhos claros de Emilly estavam agora vermelhos. Ela se sentia muito mal, e sua barriga doía intensamente.
— Mateus, minha barriga dói muito. Você está me machucando. Mateus, não me faça me arrepender de ter amado você um dia!
Essa frase fez o corpo de Mateus endurecer de repente. Seus movimentos desesperados pararam.
Ele abaixou os olhos e olhou para a mulher sob si. Emilly chorava, o rosto delicado coberto por lágrimas brilhantes.
Agora, ela estava com as roupas desfeitas, os cabelos bagunçados, chorando como uma flor sob a chuva.
Ela nunca mais queria gostar dele.
Emilly colocou as mãos sobre a barriga ainda lisa.
"Bebê, aquele homem de agora há pouco é o seu pai. Mas vamos ficar só nós dois, tá bom?"
Mateus saiu do apartamento de Emilly e encostou as costas na parede gelada do corredor, fechando os olhos em frustração.
Aquela mulher, Emilly, deixava seu coração completamente bagunçado.
Ele não sabia o que fazer com ela.
Naquele momento, Monique observava escondida em um canto. Tinha seguido Mateus até ali e agora o via sair com os olhos vermelhos, obviamente depois de uma briga feia com Emilly.
Monique sorriu de canto, satisfeita. Todos que ficassem em seu caminho teriam o mesmo destino.
Ela os chutaria para longe, sem piedade.
"Emilly, engravidar foi sua sorte... mas também sua desgraça. Porque tudo isso está apenas começando."

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista
São quantos capítulos?...
Por favor, comprei o livro no mercado pago e o capítulo vai até 1176, gostaria que liberassem os próximos capítulos. E-mail [email protected]...