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Após o Escândalo: O CEO no Consultório do Urologista romance Capítulo 468

Monique sorriu timidamente, com doçura no olhar.

Nesse momento, as portas do Hotel Áurea se abriram. Emilly e Nilo chegaram.

Nilo disse:

— Emilly, o diretor Antônio já está esperando. Vamos entrar.

Emilly começou a caminhar para dentro, mas, de repente, avistou duas silhuetas familiares. Seus passos pararam imediatamente.

Seguindo o olhar de Emilly, Nilo também viu Mateus e Monique.

Agora, Mateus e Monique estavam de mãos dadas, trocando olhares apaixonados, com uma ternura evidente entre eles.

Nilo sorriu de canto e comentou:

— Quem diria que o Presidente Mateus, mesmo com a agenda lotada, tenha conseguido ontem à noite te levar nos braços para casa e hoje está aqui jantando com a Monique. Ele realmente é um mestre na gestão de tempo, sabendo transitar entre duas mulheres com tanta habilidade. — Ele balançou a cabeça e acrescentou. — Jamais pensei que o Presidente Mateus fosse esse tipo de homem.

Emilly olhou para Mateus e Monique, então disse:

— Não, o Presidente Mateus não é esse tipo de homem.

Nilo olhou surpreso para Emilly.

Emilly completou:

— O Presidente Mateus sempre amou a Monique. Ele deu a ela toda a sua atenção e dedicação. Ele não é um canalha.

Nilo respondeu:

— Tudo bem, então. Vamos, Emilly.

— Está bem.

Emilly desviou o olhar e entrou no hotel acompanhada de Nilo.

Mateus e Monique não viram Emilly e Nilo. Mateus soltou a mão de Monique, pegou os talheres e começou a cortar o bife com elegância. Como se fosse por acaso, perguntou:

— Monique, você ainda se lembra da primeira vez que nos vimos naquela caverna?

O movimento de Monique ao cortar a carne parou de repente. Ela ergueu o olhar para Mateus.

— Mateus, por que está me perguntando isso?

Mateus largou os talheres, olhou para Monique e perguntou:

— Monique, e aquele amuleto que eu te dei naquela época?

Monique congelou. Aquele era seu ponto fraco. Ela não tinha o amuleto.

O amuleto sempre esteve com Emilly.

Insegura, Monique respondeu:

— Mateus, eu...

Mateus a interrompeu:

— Monique, eu sempre quis ver aquele amuleto. Mas, ao longo dos anos, você sempre arranjou desculpas para evitar mostrar. Será que... você não tem mais aquele amuleto? — Ele continuou com aparente despreocupação. — Se você não tem o amuleto, como pode provar que foi você quem me salvou naquela época?

O coração de Monique disparou.

"Será que Mateus estava começando a desconfiar?"

Afinal, aquele era o trunfo mais importante que ela tinha em mãos. Se Mateus descobrisse que a garota que o salvou não foi ela, então ela não teria mais nada.

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