Cap.117: Distancia.
Mesmo que Hanna ouvisse a súplica de Morgan, ela o ignorou, também aborrecida com ele.
— Por favor! — Ele esbravejou, batendo na porta com as mãos fechadas, fazendo um barulho abafado. — Por que você é sempre tão distante?
De repente, Hanna abriu a porta, encarando Morgan com raiva.
— Tão distante? — Ela asseverou. — Você veio na minha porta a alguns dias atrás querendo conversar pela primeira vez como um casal e depois me maltrata? Sou eu que sou distante? Você ainda por cima é louco!
Em seguida, ela bateu a porta novamente com força.
Morgan cerrou os punhos com raiva, segurando a vontade de dizer o que estava em sua mente. Ele apenas se retirou, frustrado.
Pela manhã, Hanna seguiu para a faculdade. Como esperado, os seguranças estavam de plantão para levá-la.
— Bom dia, senhorita. — Disse um deles antes que ela entrasse no carro e batesse a porta com força, sem responder.
Durante a viagem, ela mantinha o olhar fixo na mensagem do celular, uma única mensagem que parecia incomodá-la bastante.
Dessa vez, ela não se importou se os seguranças a seguiam enquanto estava no interior da universidade.
— Hanna... — Misaluna a cumprimentou com a voz suave e fraca.
Quando Hanna a viu, seu mau humor se desmanchou ao perceber que Misaluna não estava bem. Ela parecia mais abatida que o comum.
— Misa... o que aconteceu? — Hanna perguntou, ajudando-a a se sentar.
— Nada bem... — Misaluna suspirou, apreensiva. — Mas nada de diferente, essa é a verdade. E não vim para falar sobre isso. Eu... vou ao retiro com os alunos da faculdade.
— O que está pensando? — Hanna questionou, preocupada. — Isso pode ser arriscado, já que há acampamento e outras atividades arriscadas para você.
— Eu sei, — Misaluna respondeu. — Mas eu só vou ficar olhando, e... preciso que você vá comigo.


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Os comentários dos leitores sobre o romance: Após meu noivo fugir, casei com seu pai.