Ela realmente não imaginava que o nome BYC tivesse um poder de atração tão grande.
No caminho de volta para casa, o carro dela apresentou um problema. Não teve outra escolha senão chamar o guincho para levar o veículo até a oficina.
Como dali até o Bairro S não era tão longe assim, Jéssica Nascimento decidiu ir a pé.
Afinal, era uma região central da cidade; ela não tinha receio de esbarrar novamente em delinquentes ou gente de má índole.
No entanto, acabou sendo seguida de novo.
Dessa vez, ela reconheceu o carro que vinha atrás—
Um Bentley azul imperial.
Era o carro de Guilherme Serra.
Jéssica Nascimento, enrolada no casaco, seguiu caminhando à frente, enquanto o Bentley azul imperial a acompanhava logo atrás.
No fim, Jéssica Nascimento parou e bateu no vidro do carro de Guilherme Serra.
— Está me procurando por alguma razão?
Guilherme Serra, ao volante, permaneceu em silêncio.
Jéssica Nascimento sentiu-se incomodada ao ser encarada por ele com um olhar perscrutador e franziu a testa.
Ela não conseguia decifrar aquele olhar de Guilherme Serra.
Na verdade, Guilherme Serra tinha várias perguntas para Jéssica Nascimento.
Queria saber, por exemplo, por que ela evitava assumir publicamente a identidade de mestre BYC.
Queria entender por que ela escolheu usar as iniciais do nome Cesar Batista como codinome.
Queria saber se era verdade o que Cesar Batista dissera, que ela o usava como um substituto.
E, além disso, o que mais ela escondia dele?
No fim, Guilherme Serra respondeu a Jéssica Nascimento:
— Não tenho nada.
Guilherme Serra balançou a cabeça levemente.
— Não estou aqui por nada específico.
Jéssica Nascimento ficou surpresa.
— Então por que está me seguindo?
— Não estou te seguindo.
A resposta de Guilherme Serra deixou Jéssica Nascimento ainda mais perplexa.
— Apenas estamos indo na mesma direção, só isso.

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