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Almas Gêmeas? Não no Meu Casamento! romance Capítulo 549

Lucas lançou-lhe um olhar e não disse nada.

Após o término do treinamento matinal, Francisco estava prestes a sair, mas foi detido por Lucas.

— Tenho um assunto com o qual gostaria da sua ajuda.

Um brilho de surpresa passou pelos olhos de Francisco:

— Tio, ainda há algo em que precise da minha ajuda?

— É sobre a Inês.

— Que assunto?

— Estou me preparando para pedi-la em casamento e preciso da sua cooperação.

Francisco ficou sem reação.

Nos cinco minutos seguintes, Lucas explicou o seu plano geral. Ao final, olhou para Francisco e disse:

— Não confio em mais ninguém. Quero que você ajude a organizar isso. Já preparei o cronograma e o enviarei para você mais tarde. Você só precisa seguir o passo a passo e preparar tudo para mim.

Vendo que Francisco não dizia nada, Lucas estreitou os olhos:

— O que foi? Você ainda não desistiu das suas intenções com a Inês, não é?

— Não, não, não. A Inês gosta de você. Como eu ousaria ter quaisquer outras intenções agora? Tio, fique tranquilo, deixe esse assunto comigo, eu garanto que cuidarei de tudo perfeitamente!

— Certo, não tenho mais nada para falar. Você pode ir.

— Beleza...

Ao sair do hospital, Francisco ligou imediatamente para a sua secretária:

— Deixe o que está fazendo de lado por enquanto. Nos próximos dias, você cuidará de um assunto importante.

...

Uma semana depois.

Francisco, no último andar do maior hotel de Cidade do Mar, ligou para Lucas:

— Tio, tudo já está pronto. Quando você vai trazer a Inês?

— Em meia hora.

Desligando a chamada, Lucas pousou o celular e olhou para Inês, dizendo:

— Inês, que tal sairmos para comer hoje à noite?

Inês, que estava analisando um caso, levantou a cabeça ao ouvir isso:

— Por que quer sair para comer de repente?

Capítulo 549 1

Capítulo 549 2

Capítulo 549 3

O simples transporte aéreo de todas aquelas flores já custaria uma quantia exorbitante, sem contar o valor das próprias flores.

Inês observou o local e calculou que aquelas flores no saguão custariam pelo menos alguns milhões.

Não era de se admirar que aquele hotel fosse tão caro. O custo das flores no saguão, por si só, já seria imenso.

Quando os dois chegaram em frente ao elevador, havia um funcionário na porta apenas para apertar o botão, e outro dentro do próprio elevador.

Inês empurrou Lucas para dentro do elevador e, justo quando ia perguntar-lhe para qual andar iriam, o funcionário apertou o botão do octogésimo oitavo andar.

Inês inclinou-se perto de Lucas e perguntou em voz baixa:

— O restaurante deste hotel fica no octogésimo oitavo andar?

Lucas não conteve um leve sorriso:

— Sim.

— Ah.

Inês endireitou a postura e não perguntou mais nada.

Um minuto depois, o elevador parou suavemente no octogésimo oitavo andar.

Quando as portas se abriram, revelaram mais uma vez um vasto oceano de flores.

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