“Senhora, a senhorita já foi embora faz tempo.”
Antonio demonstrou dificuldade.
Agora, para procurar alguém, ele nem sabia por onde começar.
Cláudia pressionou o peito, dizendo: “Como assim ela foi embora de repente? O que isso significa? Ela não pretende mais voltar? Nem quer mais me reconhecer como mãe?”
Antonio abaixou a cabeça, sem ousar responder.
Cláudia atirou a xícara de chá ao chão com força, produzindo um estrondo alto.
“Eu estava errada? O que eu fiz de errado? Ela, só para roubar o lugar de filha mais velha, não se importou nem um pouco com a vida da Gisele, ainda agrediu o próprio Alvito!”
“Como mãe, não posso dar uma lição nela? Eu só quero o melhor para ela!”
Por que era tão teimosa assim?
Por que não obedecia de jeito nenhum?
O que mais ela queria de mim?
Hermínio, parado na escada, presenciou todo o descontrole de Cláudia.
Ele se aproximou, dizendo: “Mãe, vou mandar uma mensagem para Florença pedindo para ela voltar.”
Ele tirou o celular do bolso e entrou na conversa com Florença.
A tela estava completamente vazia.
O contato havia sido adicionado no dia em que Florença chegou à família Braga, quando Oscar pediu que todos se adicionassem, mas tinha sido apenas uma formalidade; afinal, eram irmãos, não fazia sentido não terem contato.
Depois de adicionar, Hermínio nunca havia puxado conversa com a suposta irmã.
Por sua vez, Florença também nunca o incomodara online.
Hermínio digitou uma frase no campo de texto, conferiu rapidamente e enviou.
“Florença, volte para casa agora, ainda dá tempo de resolver tudo.”
Após enviar a mensagem, ele não tirou os olhos do celular, esperando uma resposta de Florença.
No entanto,

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