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A Vida Ficou Incrível Após o Divórcio romance Capítulo 973

Se Fausto não tivesse ido embora, temia-se que Verônica teria sofrido ainda mais tormentos.

Era possível que até a outra mão dela ficasse completamente inutilizada.

Maria arregalou os olhos e olhou para Gustavo com certa incredulidade.

“Gu, como você soube que eu e Verônica nos metemos em apuros?”

Gustavo estava distante e foi o último a chegar; Maria pensava até que Gustavo não tinha conseguido ajudar.

Gustavo sorriu levemente. “E se eu dissesse que sonhei que algo ruim acontecia com Verônica, vocês acreditariam?”

Nem Maria, nem Gerson, nem mesmo Verônica acreditaram nisso.

Maria entrou na brincadeira, dizendo: “Quer dizer então que você e Verônica têm telepatia?”

Vendo que não acreditavam, Gustavo não insistiu mais no assunto.

Maria deixou de brincar e passou a expressar dúvida.

“Vocês acham que tem explicação para o desaparecimento do Myron, que estava tão bem?”

Gerson e Gustavo trocaram um olhar discreto, mas logo desviaram o olhar como se nada tivesse acontecido.

Gustavo respondeu casualmente: “Talvez pelos muitos pecados cometidos?”

Maria falou: “Sendo sincera, tirando aquele lunático do Fausto, não consigo imaginar mais ninguém com coragem suficiente para sequestrar o chefe da família Ferreira.”

Entretanto, se era mesmo Fausto ou não, era apenas uma suposição de Maria.

Gerson não quis mais discutir o tema e perguntou sobre a mão de Verônica.

“Verônica, como está sua mão agora?”

Verônica respondeu: “O Sr. Ferreira disse que, daqui para frente, basta fazer fisioterapia. Posso ter alta do hospital a qualquer momento.”

Gerson perguntou: “Quando pretende sair do hospital?”

“Provavelmente nesses dois dias.”

O olhar profundo de Gerson pousou no rosto dela.

“Verônica, ouvi dizer que você vai entrar no Grupo Porto. Então, já decidiu voltar para a família Porto?”

Verônica confirmou: “Sim.”

“Quando pretende viajar?”

“Claro que não me importo.”

Ao lado, Gustavo, ao ver os dois trocando sorrisos, apertou levemente os lábios, formando uma linha fina, sentindo-se inexplicavelmente irritado.

Já fazia muito tempo que não ouvia Verônica tocar violino; sua insônia parecia estar voltando.

Antes, ao ouvir gravações antigas, ainda conseguia dormir.

Agora, sem a presença da música ao vivo de Verônica, nem mesmo as gravações ajudavam mais.

E tudo isso por culpa de Fausto.

Pensando nisso, o olhar de Gustavo escureceu, carregado de raiva.

Queria tanto quebrar os ossos de Fausto um a um e depois dar aos cachorros.

Queria que Fausto visse, com os próprios olhos, o sofrimento de ser devorado pouco a pouco pelos cães.

Quando sua insônia atacava, Gustavo sentia dores insuportáveis. Por que Fausto deveria escapar desse sofrimento?

Naquele momento, já passavam pela mente de Gustavo mil maneiras de fazer Fausto desejar nunca ter nascido.

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