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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 406

Agora...

O terceiro irmão tinha que chamá-la respeitosamente de "professora" na área médica.

Mesmos pais, onde foi que ele errou?

— Inteligência, conta?

Klébia ergueu os olhos e falou despretensiosamente.

Otoniel: ...

Os outros: ...

— Desde pequena, aprendo as coisas super rápido.

Klébia explicou com bastante seriedade.

— O que eu vejo, eu aprendo. O que eu estudo, eu domino.

Ela nem ousava dizer a eles.

Muito do conteúdo relacionado à medicina foi aprendido lendo livros sozinha.

Depois, encontrou os médicos na base.

Seguia-os todos os dias, originalmente enviada para fazer trabalhos braçais...

De tanto fazer, aprendeu tudo.

Depois, os médicos não quiseram mais brincar com ela.

Disseram que ela estava lá para causar destruição e roubar seus empregos.

...

Todos ficaram em silêncio novamente, com sentimentos e expressões bastante complexos.

— Por que ninguém diz nada?

Klébia olhou para todos ao redor, com um tom extremamente calmo.

...

Todos indicaram que não tinham coragem de falar.

Diante dela, pareciam deficientes intelectuais.

— Cof, cof.

Percebendo o constrangimento de todos, Klébia tomou a iniciativa de aliviar a situação.

— Vamos falar sobre a sua doença.

— Essa região...

Otoniel entregou os exames anteriores para Klébia ver, com expressão grave:

— A localização é muito oculta, todos os médicos que consultei recomendaram abrir o crânio.

Exceto a Dra. Noite, que diziam poder usar o método de agulhas.

Infelizmente.

— Você confia em mim?

Após observar seriamente, Klébia olhou para Otoniel com seus olhos límpidos e incrivelmente sérios, com uma voz clara e agradável:

— Eu farei a acupuntura em você.

— Você?

As pupilas de Otoniel dilataram, encarando Klébia incrédulo.

— Hoje todos estão cansados, vamos descansar.

A cerimônia de reconhecimento familiar terminou assim, de forma simples e fluida.

— Espere.

Otoniel falou de repente, chamando a atenção de todos:

— Eu tinha um nome antes?

— Tinha, mas também não conta muito.

Valentino lembrava-se com mais clareza, seu olhar profundo ficou um pouco distante enquanto falava lentamente:

— Na minha memória, nossos pais só nos chamavam pela ordem de nascimento. Quanto ao sobrenome...

— Eu nunca soube o sobrenome, e antes dos treze anos, nunca frequentamos a escola.

— O quê?

Otoniel ouvia aquilo pela primeira vez, franzindo a testa em dúvida.

...

Klébia virou a cabeça, seu rosto pálido tingido de confusão.

Sem sobrenome...

Nunca foram à escola...

O que os pais dela faziam?

E mais.

O naufrágio de treze anos atrás foi realmente um acidente?

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