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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 395

Ele não tinha acabado de tomar banho?

Klébia deitou-se na cama, puxou o travesseiro de Oziel e o abraçou.

Pouco tempo depois.

Ela adormeceu lentamente.

...

Oziel terminou o banho.

Ao entrar no quarto, viu Klébia deitada na cama, com a testa franzida, dormindo de forma inquieta.

O que aconteceu com Klébia?

Claramente ela estava bem quando voltou à tarde.

Oziel a cobriu gentilmente com o cobertor, pegou o celular e abriu o WhatsApp de Vicente:

— Olá, aluno Vicente. Aconteceu algo com Klébia na escola recentemente?

???

Ao receber a mensagem de Oziel, Vicente sentou-se imediatamente, segurando o celular para responder com seriedade:

— Respondendo ao Sr. Andrade, não houve nada com Klébia.

— Apenas deu aula para os professores e reforço para os alunos. Quando teve fome foi ao refeitório, quando teve sono dormiu na sala de aula...

Vicente relatou cada detalhe:

— A propósito, nenhum garoto ousou se aproximar de Klébia. Então, pode ficar cem por cento tranquilo.

— ...

Vendo o texto denso, Oziel massageou a testa:

— Como ela se alimentou à tarde?

Vicente:

— Klébia comeu três tigelas de arroz, frango xadrez apimentado, carne moída com tofu, vegetais refogados...

Estava recitando o cardápio!

Parece que o apetite estava realmente bom!

Oziel respondeu com um "Muito obrigado", inclinou-se levemente e afastou com ternura os fios de cabelo da testa dela, com o coração pesado.

Por que ela estava infeliz?

Isso partia o coração dele!

—

Estado do Sul.

Otoniel desceu do avião e foi direto para o Parque das Acácias da família Galhardo.

Família Castro.

Era uma família de médicos renomada no Estado do Sul, famosa também por suas obras de caridade.

— Dr. Castro.

Ao vê-lo chegar, os empregados arregalaram os olhos, um pouco surpresos:

— O senhor voltou?

— Eu não posso?

Otoniel lançou um olhar frio para o empregado e perguntou gelidamente.

— Como você voltou?

— Zii —

A mulher que tocava violino ao lado teve um tremor violento nos dedos, desafinando instantaneamente.

— Tenho assuntos a tratar.

Otoniel suavizou a atitude e olhou para Poliana Paiva.

Ela usava um vestido elegante de cor clara, o cabelo preso em um coque bonito, com um grampo adornado com uma jade pálida, realçando ainda mais seus traços delicados.

Há quanto tempo não a via, ela parecia ter emagrecido.

Sem ele por perto, ela não deveria estar vivendo confortavelmente?

— ...

Poliana parou os movimentos das mãos, ergueu os cílios e olhou para Otoniel.

Naquele instante.

Quatro olhos se encontraram.

A expressão de ambos era indiferente, ninguém falou primeiro.

— Tenho algo para perguntar à senhora.

Otoniel desviou o olhar primeiro e dirigiu-se a Filomena.

— Algo a perguntar?

Filomena olhou para trás, para Poliana, e sorriu sem graça:

— Vocês dois, marido e mulher, não se veem há seis meses, não é? Que tal sentarem e conversarem um pouco primeiro?

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