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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 382

—

No tempo que se seguiu.

Klébia estava ocupada como um cão.

Na escola, era oprimida por professores e colegas, perseguida o dia todo para marcar os pontos importantes das matérias.

Fora da escola, ainda tinha que "treinar" Otoniel.

Provavelmente por saber que as intenções de Otoniel não eram puras, o trabalho de Oziel "de repente" deixou de ser intenso.

Hum.

Contratos de centenas de milhões ou meio bilhão, ele recusava sem hesitar.

Klébia achava que isso não era muito bom.

Afinal.

Se os dois ficassem juntos no futuro, o dinheiro dele seria o dinheiro dela.

Se ele ganhasse menos agora, ela teria menos no futuro.

Ela aconselhou Oziel com todo o coração a trabalhar sério.

Então...

Oziel mudou seu notebook para o laboratório.

Klébia: (๑°⌓°๑)

Ok.

—

No laboratório.

Klébia e Otoniel terminaram o projeto e caminharam juntos para a sala de descanso.

Oziel, que estava ocupado trabalhando, fechou imediatamente o notebook e caminhou a passos largos até o lado de Klébia.

— ...

Otoniel balançou a cabeça, impotente, e sussurrou:

— O projeto teve alguns problemas hoje, foi difícil para a professora.

— A pequena cozinha preparou algo para comer, se não se importarem, os dois poderiam jantar comigo?!

— Os pratos estão bons.

Klébia estava prestes a recusar, quando ouviu Otoniel começar:

— Frango ensopado, peixe ao molho, costelinha pururuca, codorna assada...

— ...

Klébia ouvia silenciosamente, sem perceber que seus olhos estavam se arregalando.

Quanta coisa gostosa.

A essa hora, voltar para o Portal do Moinho pegaria engarrafamento.

Pelo menos uma hora de viagem.

Se ela não tivesse ouvido os nomes dos pratos, talvez conseguisse resistir.

Mas—

Slurp, slurp.

Ela não conseguia resistir nem por meio segundo.

— Pode ser.

Klébia concordou sem hesitar, com os olhos brilhando.

— ...

Oziel olhou para o lado, para os doces que foram ignorados por Klébia.

Ele não queria comer.

Mas não ousava recusar.

...

Klébia pegou a costelinha e deu uma pequena mordida.

Pausa.

— Não está bom? — Oziel curvou levemente o canto da boca, perguntando de propósito.

A boca de Klébia tinha ficado exigente por causa dele.

Não era a comida de qualquer um que ela gostava.

— Não.

Klébia balançou a cabeça, deu outra mordida grande e completou:

— Está muito gostoso.

— É mesmo?

O sorriso de Oziel endureceu, e ele serviu outros pratos para ela separadamente.

Klébia comeu todos.

Não só comeu, como comeu muito feliz.

— ...

Oziel ficou deprimido, duvidando da vida.

Ele suspeitava seriamente que havia um traidor ao seu redor.

Caso contrário.

Como Otoniel saberia com tanta precisão as preferências de Klébia?

— ...

Vendo seu amado coentro sendo todo levado embora, Otoniel pareceu ligeiramente surpreso.

Não esperava.

Os hábitos alimentares da pequena professora eram tão parecidos com os dele.

Que coincidência.

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