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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 363

— Dr. Castro...

O assistente falava sem parar, olhou para o céu cinzento e sombrio e alertou

— Parece que vai chover.

— ...

Otoniel fixou o olhar; pequenas gotas de chuva caíam lentamente, e sob a luz do poste, o rosto da garota tinha uma aura nebulosa, cativante.

Aqui era uma área experimental e de fábricas especiais; os arredores eram vazios e com pouca gente.

O que uma jovem delicada como Klébia fazia sozinha aqui?

— Guarda-chuva.

Vendo que a chuva aumentava, Otoniel pediu em voz baixa.

— Aqui.

O assistente entregou o guarda-chuva apressadamente e disse com alegria

— Dr. Castro, boa sorte.

O Dr. Castro tinha altura, tinha beleza e era um futuro magnata da medicina...

Essa Klébia ter a atenção do Dr. Castro era uma bênção de vidas passadas.

Nesse momento.

Klébia jogava entediada no celular quando, de repente, uma sombra imponente cobriu sua visão.

— ?

Ela ergueu a cabeça instintivamente e, ao encontrar o rosto do homem, semicerrou os olhos claros.

Quem era mesmo?

— Que coincidência, nos encontramos de novo. — Otoniel inclinou levemente o guarda-chuva, cobrindo a garota.

Por estar perto, vendo com clareza, Otoniel podia sentir seu coração bater cada vez mais rápido.

— ...

Klébia olhou para ele com desdém, moveu-se silenciosamente para o lado, ignorou-o e continuou no celular.

Bloqueou o caminho dela na porta do banheiro, disputou itens com ela no leilão...

E agora, o que ele queria?

Aquele olhar fixo não parecia coisa de boa gente.

— ...

Vendo a reação extremamente cautelosa de Klébia, Otoniel também se sentiu impotente.

Afinal.

Era a primeira vez que ele se aproximava ativamente de uma garota.

— Não tenha medo, não sou uma pessoa ruim. — Otoniel ajustou suas emoções e falou suavemente. — Nós nos vimos no leilão farmacêutico.

— E daí?

Klébia, irritada, desligou o jogo, ergueu os olhos com impaciência e perguntou sem rodeios.

— Por que demorou tanto?

Ao ver Oziel, Klébia recolheu os espinhos, caminhou até ele e reclamou descontente.

— Combinamos vinte minutos, e já se passou... mais de um minuto.

— Hm, meu erro.

Oziel apertou a mão de Klébia e entregou-lhe o chá com leite que trouxera.

— Com quem estava falando?

Quando seus olhos pousaram na outra pessoa, o olhar congelou instantaneamente.

Otoniel?

Se não se enganava, na última vez na porta do banheiro, Otoniel também olhou para Klébia com aquele olhar.

Dúvida, interesse e, vagamente, um pouco de "atração".

— ...

Oziel suspirou secretamente, sentindo-se impotente.

Mal tinha lidado com o grande problema que era "Roberto", de onde vinha outro?

— Sr. Andrade.

Otoniel tomou a iniciativa de se aproximar, o olhar alternando entre os dois, e disse sem subserviência nem arrogância

— Tive a honra de vê-lo em revistas e no leilão.

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