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A Super Garota Adorando Doces romance Capítulo 361

[Relação pública, é sério isso?]

A ponta dos dedos de Valentino tremia levemente.

Seu coração batia forte, tamanha a emoção.

Ele esperou por este dia por mais de uma década.

Se não fosse pela discordância de Klébia, ele teria anunciado ao mundo inteiro no momento em que a encontrou.

Klébia: [Hm, você decide. As notícias na internet são irritantes.]

Valentino: [Ok, estude tranquila, deixe o resto comigo.]

Já que iam anunciar.

Ele certamente precisava encontrar uma hora e um local adequados para dar à irmã o destaque que ela merecia.

—

Após a escola.

Klébia estava preocupada com sua "erva daninha" no laboratório e planejava pedir licença para ir até lá.

— ...

Klébia parou na porta do Diretor Pedagógico, movendo os lábios, pronta para falar.

— Pode ir.

O diretor nem levantou a cabeça e aprovou a licença diretamente.

— Obrigada, professor.

Klébia guardou silenciosamente a permissão dada de forma "perfunctória" e saiu, caminhando com a mochila nas costas.

Ao passar pelo pátio, encontrou o professor de Literatura.

— Klébia, pediu licença de novo hoje? — O professor sorria, olhando para ela.

— Ah.

Klébia assentiu levemente, sentindo-se um pouco envergonhada.

— Vou terminar o dever de casa.

— Sem pressa, sem pressa.

O professor riu e acenou com a mão apressadamente.

— Divirta-se.

Ela era agora o "tesouro da escola", todos a mimavam.

— ...

Klébia sentiu-se lisonjeada e indicou que faria a tarefa.

Afinal.

Não era ela quem faria mesmo.

—

Subúrbio de Celestina do Sol.

A região estava repleta de grandes laboratórios.

Ela caminhava na frente, e o Dr. Braga a seguia respeitosamente.

Ele relatava enquanto andavam.

O resumo era: a erva daninha estava realmente muito estragada, e a chance de sobrevivência era baixíssima.

Em apenas uma semana, mais da metade havia morrido.

As que sobraram estavam meio mortas, meio vivas.

— Hm.

Klébia não se surpreendeu; caminhou até a planta número 11, agachou-se e observou atentamente.

As raízes estavam secas, as folhas murchas.

— Jogue todas estas fora... — Klébia abriu a boca, e o Dr. Braga imediatamente pegou a caneta para anotar.

De 40 vasos, restaram apenas 10.

E a qualidade dos 10 restantes era particularmente ruim.

— Srta. Paixão, a senhora não descartou as erradas? — Dr. Braga segurou a caneta e perguntou cautelosamente. — O estado daqueles vasos estava melhor do que os que a senhora manteve.

— Eu sei.

Klébia pegou casualmente uma das dez plantas restantes, ergueu levemente as sobrancelhas delicadas e falou em um tom calmo.

— Estas aqui estavam nesse estado quando chegaram.

— Conseguiram resistir por tanto tempo sem morrer, o que prova que sua vitalidade é extremamente forte.

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