— Ah.
Klébia curvou os lábios num sorriso ambíguo e disse de propósito:
— Ele não é uma má pessoa.
Como seu irmão poderia ser ruim?
Era melhor Yuriel não ouvir isso, senão...
Klébia olhou para Oziel e rezou silenciosamente por ele.
— ...
Ao ouvi-la elogiá-lo, Oziel quase não conseguiu manter a farsa.
Maldita.
Ela conhecia Yuriel há apenas alguns dias e já dizia que ele era bom.
Bom em quê?
—
No tempo que se seguiu.
O silêncio profundo reinou no carro, quebrado apenas pelo murmúrio ocasional de Oziel, chamando o nome dela com intimidade.
A mente de Klébia estava cheia da frase de Yuri: “O chefe gosta de você”.
Finalmente.
Depois de muito balançar, o carro esportivo parou em frente ao Portal do Moinho.
— Chefe, deixe-me ajudá-lo.
Yuri estacionou o carro, abriu a porta e, quando estava prestes a ajudar Oziel, encontrou seu olhar cheio de advertência.
— ...
Yuri imediatamente retirou a mão, virou-se para Klébia e disse calmamente:
— Srta. Paixão, preciso entregar algo pelo chefe, não posso me atrasar.
— Por favor, ajude o chefe a subir.
Assim que terminou de falar.
Sem esperar pela resposta de Klébia, Yuri entrou no carro e partiu em alta velocidade.
— ...
Klébia foi forçada a abrir os braços e apoiar Oziel.
— Klébia...
Oziel controlava sua força para não colocar todo o peso sobre Klébia, sua voz era sedutora e cativante.
— Não olhe para mim.
As bochechas de Klébia esquentaram, e ela afastou a cabeça do homem com o dedo.
Os olhos do homem eram terrivelmente profundos, como se pudessem sugar sua alma a qualquer momento.
Ele devia ser a reencarnação de um demônio sedutor.
A porta do elevador se abriu.
Klébia o arrastou e bateu na porta do quarto.
— Nossa, o que aconteceu com o Sr. Andrade? — Samara se assustou ao ver Oziel embriagado.
Dizendo isso, ela fechou a porta apressadamente.
O quarto de repente ficou em silêncio.
Klébia foi forçada a se aninhar nos braços do homem, ouvindo os batimentos fortes e rítmicos de seu coração, e sua irritação se acalmou inconscientemente.
— Klébia.
Oziel abriu os olhos levemente, seu rosto bonito exibindo um sorriso carinhoso.
— Não vá atrás de outros moleques, eles vão te maltratar. Só eu serei bom para você.
— Ah, é?
Ao ouvir essa palavra, Klébia puxou o canto dos lábios, seus olhos escuros fixos no rosto do homem, e seu tom era displicente:
— Quão bom? Me daria todo o seu dinheiro?
— Sim. — Respondeu Oziel. — O dinheiro é seu, e eu também sou seu.
— Nesta vida, serei bom apenas para você, Klébia.
— ...
O coração de Klébia foi tocado, mas ela rapidamente se recuperou.
Ele não estava respondendo muito bem?
Klébia se aproximou, a ponta de seu nariz quase tocando o rosto do homem, e disse palavra por palavra:
— Você está fingindo que está bêbado, não é?
Oziel:
— ...

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: A Super Garota Adorando Doces