Júlia estava prestes a falar quando, de repente, viu Bill caminhar apressadamente para fora.
Ela tomou um susto enorme e, apressada, seguiu-o com Aline nos braços.
Ao ver Bill ir até a garagem e logo sair dirigindo um supercarro de forma extremamente estilosa, a curiosidade de Júlia por ele aumentou ainda mais.
— Tia! Eu tenho um compromisso! Venho brincar outro dia!
Júlia se despediu rapidamente de Clara Campos e, em seguida, correu para fora, entrando em sua Lamborghini rosa e saindo em perseguição.
Bill dirigia um supercarro verde fluorescente de edição limitada. O carro disparou como um raio verde, ganhando velocidade rumo aos arredores da cidade.
Com uma expressão fria e em alta velocidade, ele dirigia enquanto mantinha contato com Astor pelo telefone:
— A informação procede? Tem certeza de que eles vão atacar para matar?
O tom de Astor era de pura ansiedade:
— Sim, é verdade absoluta. Droga, estou em Suzano resolvendo outro problema para você e não vou conseguir chegar aí a tempo.
— Acabei de ligar para a Laís e para o Jorge, mas nenhum dos dois atendeu. Não sei se é problema de sinal ou se colocaram o celular no silencioso por causa da reunião.
— Mandei mensagem para eles, mas não sei se receberam. Chefão, o que fazemos? Será que os dois correm perigo?
A expressão de Bill era severa e seu tom, calmo:
— Ouvi dizer que o Bruno é o trunfo do Sandro Ramos. Ele não o aciona facilmente, mas, quando o faz, ninguém escapa das mãos dele.
O tom de Bill ficou subitamente mais frio: — Então hoje eu vou conhecer esse tal de Bruno e ver se ele é mesmo tão incrível quanto dizem.
Astor tomou um grande susto ao ouvir isso:
— Chefão, quer dizer que você vai agir pessoalmente?
— Não pode! É muito perigoso! É melhor eu mandar...

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