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A prometida do Capo italiano romance Capítulo 141

CAPÍTULO 169

Salvatore Strondda

— Eu não tinha ideia, de como as férias me fariam tão bem! — falei para a Maria que se escondia de baixo do guarda-sol.

— Estou estranhando, sempre disse que deixou tudo de lado para assumir o lugar do seu pai. As vezes tenho medo de estrar estragando a sua vida... — falou meio baixo, olhando para o mar.

— Eu queria aquilo, porque não tinha alguém como você. Eu não tinha ninguém, na verdade... agora tenho familiares, e você.

— Se quiser trabalhar...

— Querida, escuta uma coisa que vou te dizer: depois desses dias que passamos juntos, eu entendi algo muito importante... eu não nasci para assumir a máfia Strondda, essa foi a missão de Pablo e sua descendência, Antony mesmo é ótimo no que faz.

— Ouvi dizer que atira como ninguém... — sorri.

— Sim, realmente. Só que com o dinheiro que o meu pai me deixou, eu não preciso mais trabalhar, então se não vou assumir como Don, vou viver a minha vida. Farei como o Pablo, irei quando necessário, fora disso... vou tratar de ser feliz e te fazer feliz... — seu sorriso envergonhado é tão bonito.

— É tão bom ter você!

— Exatamente por isso, não vou te perder. Sabe, eu nunca tive oportunidades na vida, agora que tenho, também tenho escolhas, e escolhi viver.

— Quero que saiba que se mudar de ideia e quiser trabalhar, tudo bem! — me falou carinhosamente.

— Ok. Mas agora quero saber porque não tirou a roupa e ficou com um dos biquínis que compramos? Não gosta do sol?

— Ah, eu tenho vergonha... sempre fui a empregada, agora não sei usar a piscina e ser a mulher que espera que eu seja.

— Eu não espero nada, fique tranquila. Eu te conheci assim, me encantei contigo, então... se quiser passar o resto da vida limpando, arrumando e cozinhando, tudo bem! Só acho que deve fazer o que te faz bem, que é o que tenho feito.

— Quando estou com você, me sinto mais livre com as coisas, tenho tentado.

— Fico feliz, te deixo à vontade. Só não esqueça que agora estamos juntos de verdade. Com sorte você casa comigo ainda esse ano, será a senhora Strondda! — gargalhou.

— Estou tão feliz! — olhei para os lados e depois pra ela.

— Hum... que bom! Porque estou ficando entediado nessa cadeira, e também curioso para ver qual dos biquínis escolheu! — ela escondeu o rosto, sorridente.

— Meu Deus, você não para!

— Você gosta?

— Gosto, mas... — levantei da cadeira a puxando pra mim.

— Suba nas minhas costas, de repente a praia ficou chata! — brinquei e ela subiu. Deixamos tudo lá fora, e andando alguns passos, já estávamos dentro da casa que Pablo comprou no Caribe.

Totalmente desinibida, Maria começou a tirar a parte de cima da roupa, assim que a joguei no sofá.

Como haviam muitos seguranças, apenas apertei o botão do controle, fechando a casa inteira em questão de segundos, deixando curiosos pra fora.

— Hum... biquíni azul! Quero ver a parte de baixo... — ela sorriu, mas começou a tirar a saia.

— Gostou?

— Sim, amanhã poderia usar um deles lá fora... eu ficarei muito metido do teu lado! — ela gargalhou.

— Você é divertido...

— Agora pode tirar o biquíni e vista novamente a saia... — descobri recentemente que ela mesma tirando a roupa, fica mais desinibida, se sente bem segura.

— O que vai fazer, Salvatore?

Jogou a cabeça para trás, segurou com uma mão só, me deixando louco.

— Vou gozar... caralho! — ela tem um jeito doce e sedutor de me enlouquecer, me faz gozar rápido quando mexe seu quadril, quando está sobre mim.

Apertando o sofá, eu gozei... sentindo o seu corpo deitar sobre o meu, se aconchegar em mim, e a abracei.

— Eu te amo, Salvatore! — a apertei mais forte, eu nunca tinha ouvido aquilo durante a minha vida, parece que as peças da minha história realmente se encaixaram, e existe alguém que me faça mais feliz do que imaginei.

— Eu te amo mais, ragazza.

A ajeitei no meu colo, pensando se as coisas poderiam melhorar..., mas tenho certeza que sim, a nossa história só está começando, temos uma vida toda para viver e se descobrir.

(...)

Narrativa da autora:

Salvatore foi alguém que sofreu muito durante a sua vida. Lutou por algo que queria, (ser o Don da máfia Strondda), sem saber do que realmente precisava.

Ele ajudou Maria, porque não era um homem de coração ruim, sim de coração nobre, sem saber que ela seria a parte que faltava na sua história.

Ele se encantou com ela do jeito que era. Colocou na cabeça que a tiraria de lá, sem saber que era exatamente aquilo que ela precisava. Não apenas para sair de lá, mas para juntos, formarem uma família.

Sabemos que não são um casal de novinhos, mas também, não são velhos. A partir de agora, terão muito tempo juntos e de se conhecerem, digamos que uma vida toda.

Falando como autora, Salvatore foi um personagem criado para morrer quando descoberto do crime do Robert. Por pedido de leitoras, eu o poupei para que alcançasse a felicidade, mas não tenho o objetivo de prolongar a sua história, até porque ainda tenho alguns livros para serem lançados dessa grande família.

Então, estou hoje, concluindo a parte deles, e darei sequência na história da Katy e do Peter, que também está em reta final, mesclando com capítulos de Débora e Luigi.

Obrigada se me acompanhou até aqui, espero que esteja gostando dessa grande história, cheia de criatividade e loucura...

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