CAPÍTULO 165
Salvatore Strondda
Ela nunca pareceu estar tão decidida como hoje. Abriu o restante da minha camisa, enquanto me beijava na mesma proporção que eu a ela.
Já tentei ir devagar outras vezes, porém nenhuma delas funcionou. Hoje decidi manter o ritmo, fazê-la perceber que é alguém que sofreu, mas também uma mulher que é amada por um homem de verdade, não um bosta como o que ela conheceu, e que me faz sentir muitos desejos.
Maria estava diferente, seu corpo parecia esperar por novidades, talvez desafios, mas o mais importante era que me queria, eu não deixaria esse momento passar, ela seria minha.
A mulher que um dia defendi por pena, hoje faço de tudo para tê-la para mim.
— Tão linda... — falei ao esfregar meus dedos nos seus cabelos curtos, com um pouco mais de força.
A ajudei a arrancar os meus braços da camisa e envolvi seu corpo no meu. Maria me deixou tirar a sua roupa, peça por peça devagar, intercalando com nossos beijos intensos e ao toque em sua pele, sobre a lingerie ainda não tocada.
Quando me afastei para abrir o cinto e também a calça, ela se afastou com um passo e seu semblante parecia preocupado.
— Não tenha medo... sou eu quem está aqui! — deixei a peça escorregar, fiquei apenas de cueca.
Voltei a beijá-la, insisti até que ela se soltou novamente, levei as mãos até as suas costas, e devagar fui abrindo seu sutiã, passando as mãos em sua pele devagar e intensamente ao mesmo tempo, fazendo-a sentir prazer.
Maria deu passos para trás, seu corpo praticamente escorregou pela cama, então me coloquei sobre ela enquanto a acariciava.
Percebi seus olhos sobre mim, acompanhando cada carícia, dava para perceber o medo escondido ali, mas quando parei por alguns segundos, ela começou a me tocar também.
— Eu quero, Salvatore! Por favor, não pare! — senti as suas mãos sobre mim, apertando meus braços, subindo pelo meu peitoral.
Aproveitei o momento, puxei a sua calcinha, Maria deu um pequeno saltinho sobre a cama com isso, então beijei a sua barriga e fui descendo, ficando extremamente excitado ao ver de perto a sua área íntima. Aos poucos ela foi abaixando a coluna na cama, voltando a se esticar.
Beijei por cima de sua boceta de pernas ainda fechadas, senti o corpo dela estremecer.
— Caramba! — falou meio sem ar, mordi devagar a sua parte de cima, e soltei.
— Me quer no meio das suas pernas, Maria? — passei a língua na parte de cima, quase alcançando seu clitóris, seu corpo se contraiu. — Terá que dizer que quer, então abrirei suas pernas e te farei contrair até se levantar desse colchão! — lambi novamente, ela abriu mais as pernas.
— Eu o quero!
— Quer aonde?
— No meio das pernas! — sorri e fui de repente, abrindo suas pernas e a chupando devagar. Seu gosto suave e adocicado me deixou louco, comecei a movimentar a língua com o jeito mais rápido de fazê-la estremecer, e seu corpo ficou agitado.
Passei a língua devagar, voltando a deixá-la ansiosa pelo meu contato, e quando seus gemidos ficaram mais intensos, eu voltei a movimentar rapidamente, e ela veio erguendo o tronco na cama.
— SALVATORE, CARAMBA!
Maria bateu na cama com as mãos, gozou alto, então arranquei a cueca e aproveitei o momento de plena excitação, encaixando meu pau na sua boceta, mas o deixei na beira, parado.
Levei as mãos nos seios dela, fiz círculos com as palmas das mãos, deixando os bicos duros e sensíveis... ela tem seios lindos.
Eu perguntaria se estava tudo bem, mas as mãos dela me apertavam com força, percebi que ela queria mais, eu daria a ela.
Enfiei meu pau pra dentro devagar, ela me apertou ainda mais, se contraindo e gemendo, então vi que estava gostando.
— SE SOLTA, MARIA! ME SENTE DENTRO DE VOCÊ!
— Isso é tão... tão bom! — me respondeu ofegante.
Ergui mais o seu corpo na cama, coloquei um travesseiro de baixo dela, voltei a entrar totalmente em sua boceta, fazendo um vai e vem, bom pra caralho, me deixando duro demais.
Maria começou a gozar alto, jogou as mãos para trás na cama, e acabei gozando vendo seu semblante satisfeito e seu sorriso de olhos ainda fechados.
— Obrigada... — pronunciou com dificuldades.
— Pelo quê, minha querida?
— Por conseguir me ajudar.
— Não te ajudei. Te fiz “minha”!
CAPÍTULO 166
Débora Andrade
Estou gostando do novo trabalho, aqui no reduto é mais tranquilo que no hospital, e se Luigi pensava que estaria favorecendo à ele, se enganou bonito, porque estou bela e formosa trabalhando bem devagar e ganhando muito mais... quando digo que é um bocó, sei que tenho razão.
— É, você parece o bom! Que se dane, o cara era frouxo, também nem quero, agora... — levantei ficando na frente dele — Só deveria treinar mais as cantadas, porque me impondo assim, não vai conseguir nada!
— Bom, chega de conversar aqui. Vem comigo! — segurou na minha mão e eu tentei puxar. Luigi me enrolou e puxou para os seus braços de forma louca, cheguei a olhar para os lados, tentando entender como era tão rápido.
— Me solta!
— Seja boazinha, ou vou adorar te levar arrastada! — o empurrei, senti que me deixou sair, então sentei no sofá. — Confessa que afora quando eu te encurralo ou te prendo, que fica mais sexy! — do nada senti meu corpo ser erguido e ele me jogou nas costas, enquanto eu gritava:
— ME SOLTA! EU NÃO VOU COM VOCÊ! — ele me ignorou, enquanto eu batia nas suas costas, Luigi foi me carregando e foi muito estranho, não tinha ninguém ali para me ajudar.
— Fica linda brava, melhor não me provocar, ou vou ficar excitado! — o empurrei diversas vezes, mas não consegui escapar, até que fui enfiada numa caminhonete e as portas trancadas.
Logo ele abriu apenas a porta dele e entrou, quase morri de raiva, não pude fazer nada.
— Você é louco! Não sei o que espera conseguir com isso... vai me forçar a ficar com você? — ele passou a mão pela minha coxa com firmeza, em cima da calça jeans, e esfregou o meio das minhas pernas, então com o cotovelo esquerdo acertei a sua cara.
Fiquei preocupada em seguida... Luigi é vingativo, o que faria comigo?
— Acho que é por isso que gostei de você! — sorriu e não entendi foi nada. Que diacho de homem é esse?
— Você é louco..., mas não coloca a mão em mim de novo, que na próxima vez eu corto! — gargalhou enquanto dirigia, e mesmo bufando fui obrigada a ficar ali, seria impossível abrir.
— Você é divertida! — mostrei a língua pra ele.
— Se queria diversão, deveria procurar palhaços, porque eu não estou disposta a servir de diversão pra ninguém!
— Calma, você vai gostar. Já estamos chegando.
Fiquei na minha, não falei mais nada. De repente vi um lugar que parecia um presídio de tão fechado. Muros altíssimos, portão grande e fechado, não dava para ver nada... até que abriu, e ele entrou com o veículo, então vi que lá dentro era bem diferente do que eu esperava, e gatos começaram a aparecer num belo jardim.
— Ainda está brava? Pensava que gostaria de conhecê-los pessoalmente! — abriu a porta, e quando fui descer, segurou na minha cintura, me colocando no chão, fazendo um arrepio percorrer a minha espinha.
— Da próxima vez, aja como um ser humano normal e me convide para visitar os gatos, quem sabe eu não aceite e você não fique com essa cara de sonso, por ter me obrigado! Bocó! — falei no último segundo, antes de Luigi me empurrar contra o carro e me beijar daquele jeito...
“Merda! Porque beija tão bem, o desgraçado?“

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