Entrar Via

A prometida do Capo italiano romance Capítulo 136

CAPÍTULO 162

Luigi / El Chapo

Fiquei quase louco para agarrar aquela mulher, mas não... vi nos olhos dela que há uma chance de gostar de mim, não vou desperdiçar.

— Chegou cedo, chefe... — Liam comentou enquanto eu entrava para a ala prata da boate, ele é meu auxiliar aqui dentro — Pensei que nem viria hoje.

— Mudança de planos, Liam! Precisei adiar um pouquinho a minha ideia.

— Levou um fora? El Chapo foi rejeitado? Não acredito! — ele gargalhou, enquanto organizava os figurinos.

— Pra você ver... nunca falei nada com a Laura por receio, mas com ela... não, não vou arriscar! Prefiro levar um “não”, do que deixar a vida passar. Pensei muito sobre isso, essa noite.

— Fico feliz em ouvir isso. Está crente de que você a amarraria de alguma forma.

— Decidi levar da maneira certa. Quando eu disse como lhe daria espaço, percebi que realmente não estava dando, e seu olhar sorridente enquanto me corrigia, me dizia muito sobre ela... pelo menos um pouco, ela gosta de mim.

— Ótimo, então leve presentes, convide pra sair...

— Deixe comigo, meu amigo...

(...)

No outro dia:

Acordei mais cedo, comprei chocolates. Quando cheguei no reduto, esperei que ela chegasse, sentado na sua cadeira.

— Nossa, sabia que eu viria, não é? — sorri.

— Bom dia pra você também, xuxuzinho! Vim te dar boas vindas, trouxe até um presente. — levantei e fui até ela levando a caixa de chocolates, ela sorriu e segurou.

— Obrigada! — ela simplesmente olhou para os lados, foi até o lixo, pisou e abriu, jogando a caixa lá dentro.

— Que isso? Porque jogou fora? — fui até ela, parei bem na sua frente.

— Vem cá, vamos deixar as coisas bem claras, sim? Você armou pra mim, porquê eu já tinha um trabalho, então porquê eu confiaria em você? Outra coisa... se esse é o meu local de trabalho, você que procure seu rumo, vim para trabalhar! — fiquei irritado com o comportamento dela.

Peguei a faca da minha bainha e fiz um corte no meu braço, corte o suficiente para precisar de cuidados, mas que na verdade, nem sinto.

— É suficiente? — ela arregalou os olhos, colocou a mão na cabeça.

— Meu Deus, você é louco de pedra! — começou a abrir a maleta, apavorada, pegando coisas — Como pode fazer isso, de propósito? Não tem amor a vida? Senta nessa cadeira, vou atacar álcool aqui, pra aprender a não fazer mais isso! — sorri e sentei, vi que agora eu tinha a sua atenção. Aquele tipo de corte era muito comum, já não ligo de fazer um ou outro.

— Talvez precise de pontos. — comentei com sarcasmo.

— Não, não precisa nada. Vou fazer um curativo aqui, e você que vá embora. Não vive de trabalho externo? Saindo por aí com essas putas e mulheres fáceis? Não sei o que está tramando, vindo atrás de mim, não vou pra cama com você!

— Polly. — de repente a Laura entrou na sala, e Débora demorou alguns segundos para perceber, então ficou apavorada, soltou o celular e saiu de perto de mim.

— Laura? Que bom te ver! — ela cumprimentou a amiga e continuei sentado ali.

— Digo o mesmo, será muito bom te ver de vez em quando. — Laura respondeu, mas comecei a ficar incomodado de ficar ali ouvindo, achei melhor sair.

— Bom, eu volto depois! Tenho coisas para resolver.

— Te vejo depois, meu amigo! — Laura disse, então apenas assenti e saí.

Encontrei com o Don Antony no caminho.

— E, aí? Vi que foi o primeiro a dar boas vindas à nova enfermeira, e pelo jeito o assunto rendeu! — sorriu pra mim.

— Sim, por um milagre, sim! Se a Laura não tivesse chegado, poderia ter rendido mais...

— Então, Laura atrapalhou seu esquema? — gargalhou.

— Não, imagina...

— É... você está gostando da moça... Débora está tomando seu lugar... — fiquei pensando nas palavras dele, só percebi que fiquei ali parado, quando observei que Don Antony já nem estava mais ali.

Histórico de leitura

No history.

Comentários

Os comentários dos leitores sobre o romance: A prometida do Capo italiano