— Repitam o que acabaram de dizer!
— Mãe, Valentino finalmente voltou para descansar um dia, deixe ele ir descansar... — Helena Monteiro não parava de fazer sinais para o homem no sofá.
Ele apenas fingia não ver.
— Você cale a boca! — Dona Maíra interrompeu Helena Monteiro com voz severa, e fixou o olhar afiado em Valentino. — Você fala.
— Vovó, a senhora tem pressão alta, não pode ficar nervosa. — Valentino avançou para ajudar a idosa a sentar-se no sofá.
— Não tente me enganar, não estou gagá ainda.
— Mãe, a senhora não foi ao hospital fazer check-up? Como voltou tão de repente? — Helena Monteiro sorriu e perguntou cautelosamente.
— Esqueci de levar algo.
Dona Maíra reprimiu a raiva, virando o olhar para Valentino. — Você realmente pediu Heloísa em casamento?
— Sim. — Valentino manteve as costas retas.
— Seu pestinha! Hoje eu te mato!
A voz de Dona Maíra estava cheia de raiva. Ela se levantou de repente, ergueu a bengala e bateu com força nas costas de Valentino.
A bengala bateu com força em suas costas, soltando um som abafado. Valentino soltou um gemido baixo e nem tentou se desviar, deixando Dona Maíra bater nele e gritar insultos.
Helena Monteiro deu um grito. — Mãe, não bata, Valentino ainda precisa gerenciar a empresa. Como vai trabalhar se a senhora machucá-lo?
— A culpa de um filho mal-educado é da mãe! Se você tentar me parar, eu bato em você também!
O olhar de Dona Maíra disparou para Helena Monteiro. Ela ficou assustada e parou no lugar.
Ela sabia que a senhora faria o que disse, mas por seu filho, ainda assim se colocou na frente de Valentino.
Dona Maíra inclinou o corpo para tentar bater em Valentino, amaldiçoando com raiva. — Você já tinha um caso com outra pessoa. Flávia foi até tolerante com isso, e agora você ainda tem a audácia de pedir a amante em casamento! Você realmente quer me matar de raiva, não é?
— Vovó, me escute...

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