"Ela diz que vocês dois brigarem não deveria envolvê-la. Ela é velha, não pode suportar o estresse."
Wyatt permaneceu em silêncio.
Então ele estourou, "Yunice também? Ela nem vai me ver?"
A governanta respondeu, "A Sra. Laurie diz que não há mais ninguém em casa. Você deveria procurar em outro lugar."
Wyatt não tinha mais palavras.
Ele recuou, levantando a cabeça para olhar para a pequena casa de cidade.
Naquele momento, a luz em um dos quartos se apagou.
Atrás dele, a porta foi silenciosamente fechada pela governanta.
Wyatt olhou para a janela que acabara de escurecer, então tirou seu telefone e ligou para Yunice.
Sem surpresa, ela não atendeu.
Ela estava deitada na cama, aconchegada sob as cobertas, sentada ereta enquanto olhava fixamente para o brilho tênue da luz da lua.
Wyatt enviou uma mensagem para ela: "Há notícias sobre o caso de Oscar."
Claro que havia.
Yunice havia deliberadamente alimentado essa informação à polícia — alegando que estava morrendo — apenas para forçar a mão de Oscar. Se ele ainda tivesse algum sentimento familiar, ele definitivamente concordaria com um encontro em troca de uma confissão.
Wyatt enviou outra mensagem quando ela não respondeu: "Você está tão brava comigo que está disposta a ignorar seu próprio irmão agora?"
Naquele momento, o telefone de Yunice tocou novamente. Desta vez era de um de seus informantes.
"Wyatt desligou outro dos nossos contatos. Que canalha."
Seu ponto de contato havia sido cortado novamente — o que significava que ela não tinha como obter atualizações em tempo real sobre Oscar.
E a verdade era que ela estava desesperada para saber o que Oscar tinha visto naquela filmagem de vigilância. Wyatt havia cronometrado isso perfeitamente, atingindo-a onde ela era mais fraca: sua curiosidade.
Então veio outra mensagem dele: "A fuga de Paul não teve nada a ver comigo. Só me dê um pouco mais de tempo."
Yunice passou os dedos pela borda de seu telefone, então digitou de volta: "Você tem bloqueado meu pessoal?"
No momento em que Wyatt viu sua resposta, um pequeno sorriso se formou no canto de sua boca. Ele respondeu:
"Venha para casa comigo, e eu os libertarei."
"Você está me ameaçando?"
"Eu só estou pedindo para você voltar para casa."
"Isso é uma ameaça. Com todo o seu poder e influência, por que se dar ao trabalho? Por que não enviar alguns homens para me arrastar de volta?"
Ele podia dizer que ela estava sendo sarcástica — e chamando seu blefe.
Então ele enviou outra mensagem, andando de um lado para o outro do lado de fora do prédio dela: "Então me diga o que é preciso para trazê-la de volta." E então acrescentou: "Se você disser divórcio, é um não."
Yunice respondeu com apenas uma linha: "Estou cansada. Vá para casa."

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