O coração de Peggy disparou quando a sua mão foi agarrada, mas ela rapidamente percebeu que Owen não tinha capacidade de reconhecer nada naquele momento. “Sou a sua irmã Yunice. Você vomitou nas suas roupas, elas estão sujas. Tire-as e eu ajudo você a lavá-las.”
“Yunice?” Owen se virou, desconfortável. “Yunice... Eu me sinto péssimo... Quero o seu remédio... Você não faz um remédio para mim há tanto tempo...”
“Tudo bem. Contanto que você tire a roupa obedientemente, vou preparar uma sopa para você se sentir sóbrio, certo?” Peggy não conseguia esconder a empolgação.
Owen, de olhos fechados, não recusou. Tirou a camisa e se cobriu com o cobertor. Enquanto esperava, adormeceu. Ele dormiu sem se lembrar de nada depois.
Na manhã seguinte, ele acordou da ressaca com uma forte dor de cabeça. O seu corpo inteiro doía quando ele se sentou e balançou a cabeça pesada, depois olhou ao redor, confuso, para o ambiente desconhecido. “Como vim parar aqui?” Ele de repente sentiu algo e olhou para baixo em choque.
Sob o mesmo cobertor estava uma mulher. Pelo toque sob o cobertor e pela maneira como ele se agarrava, percebeu que ela estava completamente nua, segurando-o, com a mão estendida em direção à parte inferior do seu abdômen. O corpo inteiro dele ficou dormente, arrepiado. No segundo seguinte, ele pulou da cama. “Quem é você?” Assim que os seus pés tocaram o chão, ele percebeu algo: havia uma brisa fresca. Olhou para baixo – pálido – e viu que estava completamente nu.
Peggy, perturbada pela voz dele, sentou-se grogue. Conforme ela se movia, o cobertor escorregou, revelando também o seu corpo nu.
Ao vê-la completamente exposta, Owen teve uma profunda sensação de desgosto.
Peggy olhou para ele – que rapidamente pegou uma camisa para cobrir as suas partes íntimas. Depois, com uma expressão séria, agarrou a sua calça. Contudo, a sua calça estava por baixo de Peggy, impedindo-o de pegar.
Ela ergueu uma sobrancelha, agarrou uma das pernas da calça e começou um cabo de guerra. “Você foi tão selvagem comigo ontem à noite, tão apaixonado, e agora quer vestir a calça e ir embora?”
Owen alternava entre pálido e corado. “O quê?”, perguntou com a voz rouca.
Peggy assumiu uma pose que considerou mais lisonjeira. “Eu disse que já tivemos uma noite de verdade como marido e mulher. Você não sentiu?”
Sentiu o quê — Owen não sabia de nada. A sua cabeça latejava de dor, e cada nervo gritava que ele estava em sérios apuros. Ele puxou a calça com força, virando Peggy no processo.

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