Wyatt rapidamente vestiu o seu traje de proteção.
Owen empurrou Yunice para o lado com toda a força e correu até ele. “Elsie ainda está viva?”
Yunice cambaleou para trás. Nesse momento, algo no braço de Owen chamou a sua atenção. Eram pequenos pontos vermelhos. A expressão dela mudou instantaneamente e então ela se virou e o viu estendendo a mão para Wyatt – que franziu a testa, pronto para empurrá-lo. Ela rapidamente se jogou entre os dois. “Owen, Elsie está viva! Mas se continuar assim, não nos culpe por descontar nela!”
Owen congelou.
Yunice se virou para Wyatt, franzindo a testa. “Eu disse que não vou embora, e não vou! Você não pode continuar fazendo isso e dificultando as coisas para mim.”
Wyatt sabia que era assim que tudo terminaria. Ele lhe lançou um último olhar, virou-se e foi embora sem dizer mais nada. Ele carregava os seus próprios fardos — e não ousava ser imprudente.
Assim que o viu desaparecer pela porta, Yunice agarrou Owen. “Venha comigo.”
Lá fora, Wyatt parou e olhou para a porta bem fechada. O seu rádio ainda chiava, pedindo reagrupamento. Ele então se virou e se juntou à equipe, deixando o hospital para trás.
Jordan o examinou. “Você não a trouxe?”
Se Yunice tivesse dado a ordem, Wyatt teria combinado uma troca e a tirado de lá. Mas, conhecendo-a bem, ele suspeitava que ela não iria.
Nesse instante, o rádio dele vibrou novamente: era Yunice. “Você saiu?”, ela perguntou.
Ele olhou para o hospital. “Estou fora.”
“Não pule a etapa de descontaminação. É melhor não arriscar.” Ela já estava puxando Owen em direção a uma cadeira, pressionando um termômetro sobre a sua testa. 37,5°C. Febre baixa. E essas manchas vermelhas... O coração dela acelerou. Ainda em negação, ela pegou um termômetro de mercúrio e o colocou debaixo do braço dele.
Owen piscou, recuperando lentamente os sentidos e percebendo a palidez e tensão de Yunice. Ele então olhou para o termômetro digital sobre a mesa, observando os números no visor. Ele arregaçou a manga. Havia mais pontos vermelhos. Nesse instante, ele sentiu o estômago embrulhar, e a palidez tomou conta de seu rosto. Com as pernas trêmulas, ele olhou para Yunice – que olhou de volta, igualmente abalada.
Ela, normalmente tão lúcida e decidida, não tinha planos desta vez. Porque não havia nenhum plano. A tal doença não tinha cura.

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