Taylor rapidamente pegou o boné e ajudou Yunice a colocá-lo de volta com cuidado.
Eu sabia que a Dra. Rylie usava cobertura total todos os dias por causa das queimaduras, mas nunca imaginei que as cicatrizes fossem tão graves.
Taylor estava claramente chateada. Ela nunca foi de engolir o orgulho. Defendendo a Doutora, se virou para o velho e disparou: “Sr. Jackson, a Doutora veio porque eu a chamei. Se não confia nela, é só dizer que eu a mando de volta. Mas precisava mesmo abrir a ferida de alguém assim?”
Ela era recém-casada, e sua família tinha influência. O velho não disse nada.
Ele olhou para a mulher, que apressadamente puxava o boné para cobrir as cicatrizes no rosto, e deixou a situação de lado.
“Façam o que quiserem. Se não conseguirem curá-lo, não venham chorar para mim.”
Taylor revirou os olhos. Típico. Esse velho tinha sido mimado por tempo demais. Agindo como se fosse o rei do mundo.
Não é meu filho deitado naquela cama; é o filho do Jackson. Por que eu deveria me importar se vive ou morre?
Linda, por outro lado, parecia absolutamente arrasada. Onde vou arranjar meio litro de urina quente de criança?
Sem escolha, enviou alguém a um jardim de infância e implorou para que conseguissem, enfatizando que tinha que ser de uma criança.
Taylor convidou a moça para descansar em outro corredor.
Enquanto tinham um momento tranquilo, Yunice mediu o pulso da mulher. Ela estava tomando o remédio feito pela Doutora havia dois meses, e seus problemas originais já tinham quase desaparecido.
Logo depois, sons violentos de engasgo vieram do quarto ao lado.
Não era só uma pessoa. Até as empregadas estavam engasgando. Linda parecia a pior.
Jensen estava deitado na cama, desorientado e ardendo, engolindo tudo que tocava seus lábios.
Ele franziu a testa após alguns goles, mas continuou bebendo.
Eventualmente, o cheiro o atingiu tão forte que, mesmo em seu estado semiconsciente, instintivamente virou o rosto, recusando outro gole.
A colher de Linda não entrava, logo perdeu a paciência.
“Segurem!”
Várias pessoas seguraram Jensen enquanto forçavam sua boca a abrir e despejavam o resto.
Do quarto ao lado, Yunice ouviu os sons de vômitos violentos e xingamentos furiosos.
Jensen finalmente tinha acordado, doente até recuperar a consciência.
Taylor estava eufórica.
“Dra. Rylie, você é mesmo uma milagreira!”
Yunice apenas sorriu. Não é milagre, só uma pequena travessura.
Ele não precisava de urina para acordar. Mas eu precisava para fazê-lo sofrer.
Não consegui pegar o garoto, mas posso com certeza punir o pai.
Jensen hoje. Paul amanhã.

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