Peter subiu na cama enquanto Sofie deitava ali, com o coração batendo forte. Ela olhou para ele com os olhos arregalados, transbordando desejo.
— Abra as pernas, Sofie. — Disse ele. Sua voz era baixa e rouca. Aquelas palavras a atingiram em cheio. Sua vagina pulsou. Ela sentiu uma onda de calor. Sem pensar, abriu bem as pernas. Mostrou tudo a ele. Sua vagina estava molhada e brilhante, pingando com seu líquido. Ela nunca havia se sentido tão aberta e tão pronta para tudo antes.
Peter soltou um gemido alto ao ver o quanto ela o desejava. O pênis dele estava duro, grosso e ereto. Ele o pegou com uma mão e começou a acariciá-lo devagar. A cabeça estava roxa e inchada. Aproximou-se de joelhos. Alinhou a ponta bem na entrada dela. O calor dela o puxou para dentro.
Ele empurrou para frente. Quando começou a entrar, Sofie ofegou alto. Suas paredes o apertaram com força, como um torno. Doeu um pouco, mas a sensação de preenchimento era divina. Peter praguejou baixinho:
— Porra, você é tão apertada.
Os dedos dela cravaram-se nos ombros dele, as unhas marcando sua pele. Ela sentia cada centímetro dele a expandindo. Polegada por polegada, ele aprofundou o movimento, recuando um pouco para então empurrar novamente, preenchendo-a por completo, até o fundo.
Sofie sentia-se plena. Seu corpo parecia ter sido moldado exatamente para recebê-lo. Ela respirava pesadamente, ajustando-se ao tamanho dele enquanto o prazer começava a sobrepor-se à tensão inicial.
— Porra, você é tão linda, Sofie. — Gemeu Peter.
— A sensação é boa demais. — Ele inclinou-se e selou os lábios dela com um beijo faminto e selvagem. Sua língua invadiu a boca dela, provando-a. Ele parou por um instante, deixando que o corpo dela se acostumasse, mas Sofie não queria esperar. Ela arqueou as costas, elevando os quadris para recebê-lo ainda mais fundo, correspondendo ao beijo com a mesma intensidade.
Peter começou a mover-se, lento a princípio. Ele retirou o pênis até a metade, depois o penetrou novamente. A vagina dela se contraía ao redor dele a cada estocada. Sons úmidos enchiam o quarto enquanto ele penetrava. Ele a beijou com mais intensidade, mordendo seus lábios macios.
Ela gemia contra a boca dele; o prazer aumentava rápido.
— Mais. — Sussurrou ela com a voz trêmula. Peter acelerou o ritmo. Seus quadris se projetaram para a frente. Ele penetrou o pênis fundo na vagina dela. Cada estocada atingia o ápice do prazer. Ela gritou, tremendo.
— Oh, meu Deus. — Exclamou ela.
— Peter, me foda mais forte! Eu adoro isso! — As pernas dela se enrolaram na cintura dele. Ela o puxou para mais perto. Sua vagina sugava o pênis dele, sedenta por cada centímetro.
— Sua vagina foi feita para mim, Sofie. — Rosnou ele.
— Perfeita. — Ele interrompeu o beijo e desceu para o peito dela, tomando um mamilo rígido entre os lábios. Ele sugava com força, os dentes roçando a ponta. Sua língua o percorreu rapidamente. Enquanto isso, seus quadris continuavam a se mover. Seu pênis penetrava e saía, agora com mais velocidade.O movimento era tão frenético que seu suor se espelhava sob ela, a cama rangia com seus movimentos.
Sofie sacudiu a cabeça de um lado para o outro. A sucção em seu mamilo enviou faíscas direto para seu clitóris. Sua vagina se contraiu ainda mais. Ela sentiu a pressão aumentar na parte inferior do abdômen.
— Peter! Não pare! — Implorava ela, as mãos arranhando as costas dele.
Ele penetrou com mais força, mais fundo. Seus testículos batiam contra a bunda dela a cada estocada. Ele sentiu as paredes dela vibrarem ao redor de seu pênis. Ela estava perto do clímax. Ele acelerou ainda mais. Uma mão apertou seu quadril com firmeza, mantendo-a no lugar. A outra beliscou seu outro mamilo, torcendo-o sem causar dor.
Os gritos dela ficaram mais altos:


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