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A Extraordinária Noiva da Família Wyndham romance Capítulo 171

Peter permaneceu sentado na beira da cama. Seus olhos percorreram o corpo nu de Sofie. Cada curva, cada centímetro de sua pele o atraía.

Ela estava ali, despida e aberta; seus seios fartos subiam com cada respiração trêmula. Seus mamilos estavam rígidos, pontas rosadas implorando por um toque. Suas coxas se pressionavam, escondendo o calor que crescia entre elas.

Ele era um homem paciente, sempre sob controle. Mas lá no fundo, a fome despertava. Ele sabia exatamente o que queria, queria o pacote completo, e queria que fosse devagar, do jeito certo, para que ela implorasse por mais.

O coração de Sofie martelava no peito. Ela acabara de se despir para ele, revelando tudo. Agora, o olhar dele fazia sua pele formigar. O medo misturava-se a um desejo profundo no baixo ventre. Era real. Seu marido a olhava como se ela fosse o seu mundo inteiro. Sua voz saiu suave e embargada.

— Eu... sou... sua — Gaguejou ela. Seus olhos arregalados permaneceram travados nos dele, buscando segurança naquelas profundezas azuis.

Peter respirou fundo. As palavras o atingiram com força. Ela era sua esposa, entregando-se por inteiro. O orgulho cresceu em seu peito, junto com uma necessidade feroz de protegê-la, de tornar aquele momento perfeito.

— Venha aqui. — Disse ele, com uma voz baixa e firme.

Sofie deu um passo à frente. Seus pés descalços afundaram no tapete macio. Cada movimento fazia sua respiração falhar e seu corpo tremer; o nervosismo retorcia suas entranhas. Seu íntimo latejava, já lubrificado e úmido. Apenas as palavras dele, o olhar dele, tudo aquilo extraía calor dela, deixando-a úmida sem um único toque. Ela parou bem na frente dele, perto o suficiente para sentir seu calor.

Ele afastou as pernas, abrindo espaço para ela entre elas. Suas mãos fortes seguraram a cintura dela. Os dedos pressionaram o suficiente para mantê-la estável. Sofie ofegou com o contato. A pele dele estava quente contra a dela, seus corpos cada vez mais conectados. Ela olhou para baixo, para ele; seus seios estavam na altura do rosto dele, os mamilos tensos e sensíveis.

— Você é tão linda. — Murmurou Peter. Seus lábios pressionaram o abdômen dela, macios e quentes. O beijo enviou um solavanco por todo o corpo dela. Sua respiração travou, aguda e rápida. Arrepios percorreram seus braços e pernas. Cada nervo se acendeu, a tensão se enrolando mais apertada em seu núcleo.

— E a melhor parte? Você é minha agora. — Acrescentou ele, a voz rouca de possessão. Suas mãos deslizaram pelas laterais dela, lentas e deliberadas. Alcançaram a curva de seus seios, segurando-os totalmente. Ele fechou os olhos, saboreando a sensação. Tão macios, tão lisos sob suas palmas. Pesados e perfeitos, preenchendo suas mãos na medida certa. Um gemido baixo escapou dele. Era tudo dele agora.

Ele a puxou para mais perto. Os mamilos dela roçaram seus lábios, rígidos e suplicantes. Pontas rosadas, inchadas de necessidade. Sofie soltou um ganido baixo, suas mãos pairando perto dos ombros dele. A antecipação crescia, fazendo suas coxas se contraírem.

A boca de Peter fechou-se sobre um mamilo. Ele o tomou gentilmente, a língua circulando a ponta. Então ele sugou, puxões suaves que a fizeram arquear as costas. O prazer disparou direto para o seu íntimo, agudo e elétrico. As mãos de Sofie voaram para a cabeça dele, os dedos emaranhando-se em seu cabelo. Ela o puxou para mais perto, incentivando-o. Seu corpo traía sua timidez, exigindo mais. O calor inundou suas bochechas, mas ela não conseguia parar.

Ele pretendia ir devagar, para deixá-la à vontade. Mas as reações dela o alimentavam. Seus gemidos baixos, a maneira como ela se pressionava contra sua boca, tudo testava seu controle. Ainda assim, ele se conteve, focando nela.

Uma mão permaneceu no seio dela, o polegar provocando o outro mamilo. A outra mão desceu, traçando o quadril e depois entre as coxas. Quando seus dedos tocaram sua vagina, ele gemeu contra a pele dela. Ela estava encharcada, as dobras úmidas e abertas. A umidade cobriu seus dedos instantaneamente.

"Tão pronta para mim." Pensou ele, orgulho misturando-se à luxúria.

Os dedos dele afastaram os lábios dela, encontrando seu clitóris. O polegar pressionou, circulando devagar. Sofie quase cambaleou. Um gemido sufocado escapou dela, seu aperto no cabelo dele se apertando como se fosse arrancá-lo. Ondas de prazer a invadiram, crescendo rápido. Suas pernas tremiam, joelhos fracos.

Capítulo 171 1

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