Gabriel continuava praguejando baixinho, enquanto Isla não parava de gemer o nome dele. Ele ainda não estava se movendo, apenas permanecia imóvel. Suas mãos emolduravam o rosto dela, os polegares traçando suas bochechas como se ela fosse desaparecer se ele a soltasse.
A posição íntima era intensa. Os dedos dela arranhavam o ombro dele; ela queria mais; queria que ele se movesse.
Mas Gabriel não tinha pressa, ele simplesmente sentia o calor dela. Os calafrios que percorriam o corpo dela, o som suave e entrecortado que escapava de sua boca sempre que ele movia os quadris.
— Gabriel… — Sussurrou ela, com a voz frágil e desejosa. Seus dedos apertaram os ombros dele, segurando-o como se tivesse medo de que ele escapasse.
Seus movimentos eram lentos e deliberados.
— Isla, você é tão apertada e macia. — Ele gemeu.
— Você me deixa louco. Eu poderia continuar assim para sempre e sempre vou querer mais de você.
Ele pressionou um beijo no topo da cabeça dela. Suas investidas eram lentas e gentis. A sensação estava se tornando insana naqueles movimentos vagarosos. Isla nunca imaginou que o sexo pudesse ser tão bom, mesmo em um ritmo lento.
Ela conseguia sentir a contenção dele, a maneira como ele tentava manter o controle, ser gentil mesmo quando seu corpo tremia de necessidade. O mundo lá fora deixou de existir; tudo o que importava era o som de seus corações batendo juntos.
— Gabriel, por favor, eu preciso de mais de você.
Os lábios dele a silenciaram imediatamente. A parte inferior de seu corpo movia-se em um ritmo lento. Suas mãos envolviam os ombros dela e sua boca estava na dela.
Ambos estavam em um mundo de êxtase. Os olhos de Isla reviraram, consumida pela superestimulação.
A conexão entre eles era mágica. A contenção de Gabriel estava se esgotando e ele quase perdeu o controle. Ele queria ir mais rápido. Queria explorar todos os caminhos que desejava. Mas não ia arriscar. O médico o havia alertado.
Isla precisava de mais. Seus quadris empurravam para cima para encontrar os movimentos dele, fazendo Gabriel gemer mais e perder o domínio de si.
— Por favor, Gabriel, mais, vá mais rápido. Eu preciso que você vá mais fundo. — Implorou ela.
Gabriel aumentou o ritmo. Os dedos de Isla cravaram-se em seu ombro enquanto ela gemia mais. Seus gritos se intensificaram. Estava alto, e naquele momento, as mãos dela estavam na cintura de Gabriel, pressionando-o para mais perto.
— Droga, Isla, pare de fazer isso, é arriscado. — Alertou ele, com a voz rouca.

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