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A Esposa Renascida da Elite romance Capítulo 975

“Isso aí, receio que não posso ajudar muito, o Mário nunca me falou nada sobre esse assunto.” Manuela respondeu de forma evasiva.

“Eu sei que já te ofendi antes, mas desta vez estou sinceramente pedindo a ajuda da Srta. Silva...”

Em seguida, ela começou a chorar, contando como se sentia culpada e como queria recuperar Mário como filho, e apesar de Manuela reiterar que não poderia ajudar, Patrícia continuou insistindo sem parar.

Depois de mais de meia hora, Manuela já estava perdendo a paciência, e só então Patrícia, com uma expressão decepcionada, disse: “Procurei a Srta. Silva porque realmente não há mais nada que eu possa fazer. Já que a Srta. Silva também disse que não pode ajudar, não vou insistir mais. De qualquer forma, agradeço por ter aceitado o encontro hoje.”

Manuela respondeu: “Não tem mais nenhum assunto? Então vou embora.”

Ela se levantou, pronta para sair.

Patrícia não tentou impedir, também se levantou e disse: “Eu também preciso voltar, se eu demorar muito o Rodrigo vai ficar preocupado.”

As duas desceram, uma atrás da outra, e quando chegaram ao topo da escada, Patrícia de repente tropeçou, gritou e, ao esbarrar no ombro de Manuela, caiu escada abaixo!

No térreo, imediatamente ouviu-se uma onda de gritos!

Alguém gritou: “Sangue... está sangrando! Chama o SAMU!”

“Meu bebê... meu bebê!” A parte de baixo do corpo de Patrícia estava coberta de sangue, ela segurava a barriga, com o rosto pálido, e de repente olhou para cima, para a escada, e lançou uma acusação furiosa: “Manuela! Por que você me empurrou?!”

Os clientes que assistiam à cena ficaram chocados e olharam para Manuela.

“Foi essa moça que empurrou?”

“Como pode ser tão cruel?”

Manuela manteve a expressão tranquila e, no momento da acusação de Patrícia, esboçou um leve sorriso no canto dos lábios, pensando consigo mesma: finalmente aconteceu.

“Rodrigo!” Patrícia chorava copiosamente e, assim que Rodrigo se aproximou, ela se lançou em seus braços. “Como isso pôde acontecer? Como? Eu cuidava dele com tanto carinho todos os dias, sentia ele crescendo, sonhava com o dia em que ele ia nascer e me chamar de mãe... Como pode simplesmente ter acabado assim...”

Sophia, ouvindo isso, voltou-se furiosa para Manuela.

“Manuela! Isso é homicídio! Vou chamar a polícia para você ir para a cadeia!”

Manuela respondeu com calma: “Pode chamar, fique à vontade.”

Sophia já pegava o telefone, mas Patrícia rapidamente tentou impedi-la.

“Luna, não chame a polícia. Só em último caso... Não quero que as coisas cheguem a esse ponto.”

Ela sorriu de forma amarga, o rosto pálido, e mesmo tendo acabado de perder o filho tão esperado, ainda tentava defender Manuela. Sophia, vendo isso, ficou ainda mais furiosa.

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