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A Esposa Desaparecida romance Capítulo 471

— Juntos, para economizar tempo e eletricidade.

Isabela, entre irritada e divertida, tentou empurrá-lo:

— Tiago, você enlouqueceu? Seven está lá fora!

Tiago, com calma, começou a desabotoar a camisa, revelando um peito bem definido. Ele deu um passo à frente, envolvendo-a em seus braços, com a voz carregada de sedução:

— Do que você tem medo? Não confia em si mesma ou teme que eu não resista à tentação?

— Eu temo que você...

Antes que Isabela pudesse terminar, a porta do quarto foi batida suavemente, seguida pelo chamado infantil de Seven:

— Mamãe, abre a porta...

Isabela sentiu um alívio imediato e o empurrou:

— Vá tomar banho primeiro. Eu vou dar banho nele.

Tiago a soltou, contrariado, com a testa franzida em um nó. Pensou consigo mesmo: na Suíça era melhor, pelo menos lá tinha uma babá para cuidar do menino.

Observando Isabela se afastar, ele não se deu por vencido e riu baixo:

— Não se preocupe. Mais tarde, eu ajudo você a se lavar.

Os passos de Isabela hesitaram por um instante, e suas orelhas coraram, mas ela não se virou, apenas respondeu em voz alta enquanto corria para a porta:

— Mamãe já vai...

Seven, segurando um livro de histórias, estava parado na porta, com um ar zangado. Seus lábios rosados formavam um bico tão grande que se poderia pendurar um pingo de óleo, e ele reclamou com sua voz de criança:

— Mamãe, a porta não abre!

Isabela destrancou a porta apressadamente, agachou-se e o abraçou, acalmando-o com uma voz suave:

— ... A mamãe fechou a porta sem querer.

O menino imediatamente ergueu o livro em seus braços, com os olhos brilhando:

— Mamãe, vamos ler este livro juntos, que tal?

Isabela, querendo provocá-lo, passou o dedo levemente em sua bochecha:

— Agora não acha mais que a mamãe está com cheiro ruim?

Seven cobriu o narizinho imediatamente, balançando a cabeça como um sino:

— Mamãe, me dá uma máscara!

Quando saiu para beber água, a empregada disse:

— Senhor, a Srta. Lopes pediu para o senhor beber a água com mel.

Tiago viu a xícara de água morna com mel no balcão, pegou-a e bebeu tudo em poucos goles. Em seguida, encheu outro copo com água e bebeu de uma vez.

O celular vibrou de repente, e a empregada o trouxe rapidamente.

Ele olhou para o identificador de chamadas, atendeu e sua voz soou relaxada e um pouco preguiçosa:

— Oi, irmão.

Do outro lado da linha, Amado Nunes riu:

— Ocupado demais para ver o grupo? Amanhã é a cerimônia em homenagem aos antepassados, não se atrase.

Tiago se encostou no balcão, passando os dedos distraidamente pela parede do copo, e respondeu com indiferença:

— Acabei de terminar minhas coisas, não tive tempo de olhar. Entendido.

— Certo, então descanse.

— Uhum — Tiago desligou o telefone e se dirigiu ao escritório.

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