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A Babá Proibida do CEO romance Capítulo 63

“Lucas Sinclair”

As palavras saem da minha boca antes que eu possa pensar, mas não me arrependo. Porque não falo pelo calor do momento; falo porque é a verdade.

Ivy é minha agora. Completamente minha.

Começo a me mexer devagar, controlado, sentindo cada músculo do meu corpo tenso com o esforço que faço para não perder o controle completamente.

Porque ela está apertada. Molhada. Perfeita. E isso me leva à beira da loucura.

Ivy solta um gemido baixo, cravando as unhas nos meus ombros, e eu paro imediatamente.

— Está doendo? — pergunto, sem me mover um milímetro, lutando contra o instinto de ir mais rápido, mais fundo.

— Não… — ela sussurra, apertando os olhos. — É só… diferente.

Beijo sua testa, descendo os lábios pela bochecha, pelo queixo, até chegar ao seu pescoço, dando tempo para que ela relaxe.

Cada segundo parado é uma tortura, mas permaneço imóvel, porque ela merece isso. Merece todo cuidado.

Quando Ivy finalmente relaxa embaixo de mim, volto a me mover devagar, mas entrando mais. Observo cada reação de seu corpo, cada gemido. Então, quando abre os olhos, vejo a dor dar lugar ao prazer.

Finalmente.

— Lucas… — ela geme meu nome, levando de vez meu autocontrole.

Acelero o ritmo, ainda me controlando, mas com menos cuidado agora. As mãos dela descem pelas minhas costas, arranhando minha pele, e gemo contra o pescoço dela.

Isso era o que fantasiei desde aquela noite na boate. Desde que ela invadiu a minha sala.

Tê-la assim. Gemendo meu nome. Completamente entregue.

Minha.

Aumento o ritmo das estocadas, indo mais rápido, mais fundo, e sinto sua boceta me apertando.

Deslizo minha mão entre nós dois, intensificando o prazer dela ao estimular seu clitóris. Ivy solta um gemido alto.

— Goza pra mim, vai — sussurro, rouco. — Quero sentir você gozando no meu pau.

E ela obedece.

Seu corpo inteiro treme, suas unhas se fincam nas minhas costas, e ela grita meu nome, gozando. A sensação dela pulsando ao meu redor me leva junto, e gozo com força, enterrado completamente dentro dela.

Porra.

Me apoio nos cotovelos para não esmagá-la e fico parado por alguns segundos, tentando recuperar o fôlego.

Quando olho para baixo, Ivy está ofegante, com os olhos fechados, o rosto vermelho e os lábios entreabertos.

Linda.

Fodidamente linda. Perfeita.

Saio de dentro dela devagar, e ela faz uma careta leve. Me levanto, tirando o preservativo enquanto vou até o banheiro descartá-lo.

Normalmente, essa seria a hora em que eu me vestiria e iria embora.

Missão cumprida. Corpo satisfeito. Fim.

É sempre assim. Sempre foi.

Faço o que quero, satisfaço minha necessidade e saio antes que qualquer tipo de… drama se instale.

Mas com Ivy…

Com ela, a última coisa que quero é me afastar. Muito pelo contrário, tudo o que quero é voltar para aquela cama e fazer mais e mais.

Se fodeu, Lucas Sinclair.

Me sento atrás dela, puxando-a para que fique entre as minhas pernas, com as costas contra meu peito.

— Melhor? — pergunto, passando as mãos pelos braços dela.

— Muito melhor — responde, apoiando a cabeça no meu ombro.

Puxo seu corpo para mais perto, enterrando o rosto no pescoço dela, sentindo seu cheiro misturado ao sabonete.

Ficamos assim por alguns minutos, em silêncio, apenas curtindo a proximidade.

Até que minhas mãos, que estavam inocentemente nas coxas dela, começam a subir devagar, passando pela barriga, subindo até os seios.

Ivy geme baixinho quando brinco com os mamilos dela, e sinto meu pau endurecer instantaneamente.

Ela percebe, claro.

— De novo? — pergunta, virando a cabeça para me olhar. — Você não cansa?

— Não — respondo, mordendo seu ombro de leve. — Por quê?

— É só que… — ela hesita, e vejo um sorrisinho se formando. — Você não está meio… velho para isso?

Ivy morde o lábio, claramente se divertindo com o próprio atrevimento.

— Pensei que homens da sua idade precisassem de… sei lá, um tempinho entre uma e outra.

— Você está me subestimando, Srta. Collins — murmuro no ouvido dela, passando a mão pela cintura dela.

— Será que estou? — provoca, rindo baixinho.

Num movimento rápido, viro-a de frente para mim, fazendo-a ofegar.

— Sim. E você vai se arrepender da provocação, ruivinha atrevida — falo, rouco, segurando a cintura dela. — Vou te provar exatamente quantas vezes esse velho aqui consegue te fazer gozar numa noite.

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