*TESSA*
Eu o encarei.
“Por que você não usou um preservativo?”
“Tessa, eu queria sentir todo você.” Ele grunhiu.
“Agora você vai me fazer tomar a pílula e eu preciso de uma urgentemente.”
Ele acariciou meu rosto com aquele olhar carinhoso em seus olhos... era difícil continuar brava com ele.
"Você não precisa. Vamos nos casar em breve."
Eu sorri. "Eu ainda não concordei."
"Você vai concordar." Ele sussurrou, esfregando-se contra mim.
Realmente não era necessário fazer um grande alarde com isso.
Eu poderia ter que começar a tomar a pílula e sentir sua pele contra a minha tinha sido tão bom.
Eu envolvi meus dedos em volta da base grossa e me inclinei para baixo, passando a língua sobre a cabeça volumosa.
Declan se contorceu e gemeu rouco quando gotas peroladas de pré-sêmen escorreram.
Eu lambi a umidade e então abri bem a boca e engoli todo o seu comprimento.
"Tessa." Ele rosnou de prazer, seu pau engrossando impossivelmente dentro da minha boca.
Eu respirei fundo, inalando seu forte cheiro masculino.
E então relaxei minha mandíbula e comecei a chupá-lo, criando um vácuo com minhas bochechas para intensificar a sucção.
"Oh Tessa... hmm." Ele gemeu, enfiando suas mãos em meu cabelo. "Merda! Isso é tão bom."
Eu olhei para cima, em direção ao seu corpo, para encontrar seus olhos.
Fui levando seu pau cada vez mais fundo, raspando meus dentes nas bordas apenas o suficiente para fazer ele estremecer e gemer com a sensação resultante.
Seus dedos apertaram meu couro cabeludo enquanto eu o chupava com mais força... minha mão massageava suas bolas até elas se apertarem.
Declan empurrou seus quadris para a frente... eu lentamente o retirei da minha boca e segurei seu pau firmemente...
Ele gozou com um espasmo e um gemido alto.
Eu me movi pelo seu corpo e o encontrei ofegante.
"Oh merda... você me deixa louco." Ele murmurou.
"E você gosta disso." Deitei na cama pensando que já tínhamos feito o suficiente.
Eu ofeguei quando seus lábios encontraram os meus.... quentes.... vorazes... dominadores.
Sua língua forçou sua passagem através dos meus lábios enquanto seu pau escorregou entre as minhas pernas, pulsando e quicando enquanto repousava contra as dobras da minha buceta.
Ele estava ficando duro novamente...
A resistência desse homem é bastante chocante.
"Tessa, você disse que temos que..."
Era a voz de Audrey.
Declan e eu nos viramos para a porta para ver uma Audrey completamente chocada.
"Me desculpe... Eu não... vocês podem continuar..." Ela estava rindo, mas eu podia perceber que estava envergonhada pelo que acabara de presenciar.
Ela saiu correndo e fechou a porta.
"Essa sua amiga." Declan murmurou.
"Ela não pretendia entrar assim. E você me fez esquecer que tinha feito planos com ela para hoje à noite." Eu reclamei.
"É o quanto você gosta de fazer sexo comigo." Ele brincou.
"Agora que ela está aqui, eu preciso ..."
Ele me interrompeu empurrando seu pênis em minha vagina.
"Declan... eu..." Eu gemia enquanto ele começava a se mover dentro e fora de mim.
Oh Deus.
Provavelmente Audrey estava na sala de estar.
Eu tentei abafar meus gemidos.
Eu gemi com a sensação, joguei a cabeça para trás e pronunciei seu nome.
Ele comandava meu corpo, movia meus quadris da maneira que eu gosto.
Eu precisava dele como precisava da luz do sol, ou do ar pra respirar... ou água para beber.
"Declan", eu disse sem fôlego. "Eu te amo"
Ele investiu os quadris em mim enquanto seu polegar deslizava entre as dobras da minha vagina.
Sua mão desceu para acariciar meu seio.
Ele puxou meu mamilo e me deixou sem fôlego.
"Declan....ah....uhmm"
Ele engoliu meus sons enquanto eu gozava em volta do seu pênis, minhas paredes internas vibrando em torno de sua espessura crescente.
Ele fez uma pausa para que eu pudesse me recuperar do orgasmo.
E então o seu pênis se movimentou novamente…
Sua mão agarrou meu cabelo.
"Droga, querida. Você é tão boa. As coisas que você me faz são tão... proibidas"
Eu sorri com suas palavras enquanto uma risada rouca escapava dos meus lábios.
"Oh", gemi quando seu pênis ficou mais duro.
Senti como se estivesse voando, mergulhando numa outra dimensão onde nada existia além de Declan e eu.
" Eu estou indo... Declan... Eu estou chegando..."
Ele se meteu em mim uma última vez antes de eu ouvir um gemido cair de seus lábios.
Era bruto, cheio de um desejo ardente que eu senti saturar as cavernas da minha buceta.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Uma Noite Com Meu Chefe
Posta maaaaaais...