Após a saída do acordo, Helena suspirou aliviada.
Assim que Arthur visse e assinasse, eles estariam divorciados.
Depois, ela não possuiria mais nenhuma relação com a Família Moraes.
E apenas precisava pensar nela e na filha dali em diante.
Logo, no segundo dia, Helena foi ao hospital fazer um ultrassom de rotina.
Depois de tirar vários tubos de sangue com a barriga vazia de manhã e de fazer os exames.
Helena sentou-se na cadeira para esperar pelos resultados.
Observando todos os casais ao redor, e como os maridos cuidavam de suas esposas.
Helena sentiu uma onda de tristeza.
Na época do nascimento de Leo, Arthur não tinha ficado com ela em um único exame.
O corpo dela já havia sofrido de lesões mais cedo, a deixando doente e fraca.
Ela devia ter recebido mais cuidado desde o início.
Mas Arthur nunca pareceu se importar.
Quando havia tido Leo, foi um trabalho de parto difícil e ela ficou à beira da morte.
Arthur só quis ir ao hospital para assinar os papéis do acompanhante da família.
E como seria possível que ele viesse só por causa de um exame comum?
E além do mais, ela não precisava mais do Arthur.
— Helena Almeida? Pode vir buscar o relatório.
A jovem enfermeira perguntou em frente à área de espera.
Helena levantou.
A enfermeira a encarou e perguntou: — Eu não falei da última vez que o seu marido precisava vir com você fazer o registro? Cadê ele?
Helena: — ...Ele não pôde vir.
— Mas você precisa ligar para ele confirmar.
Helena se sentiu impotente. Eles ainda não haviam se divorciado.
De acordo com as regras do hospital, ainda deviam contatar Arthur.
Tudo bem se ela não lhe dissesse os detalhes. Ele não descobriria sobre a gravidez.
Helena discou para Arthur.
A chamada se completou após muito tempo.
Mas quem atendeu foi uma mulher.
— Alô? O Arthur está tomando banho. Precisa de algo?
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Os comentários dos leitores sobre o romance: Sr. Moraes, o Divórcio é Meu Único Desejo