Giovanna
E não sei se é o efeito do álcool, mas estou sentindo um fogo se acender dentro de mim e suas chamas estão me consumindo, absorvendo-me pouco a pouco, tomando conta do meu sistema e inevitavelmente um gemido escapa da minha boca direto para a sua.
— Vem comigo! — Ele pede, afastando-se repentinamente e me dou conta de que a garota não está mais aqui.
E sem eu esperar, ele segura na minha mão para sairmos da sala vip, direto para um elevador. Logo que as portas metálicas se fecham, as suas mãos positivamente voltam a segurar na minha cintura. Ele faz o meu corpo se colar no seu e a sua boca me beija árdua e punitivamente.
É difícil respirar. É ainda mais difícil raciocinar.
Logo me vejo envolvendo-o com os meus braços e as pontas dos meus dedos se deliciam com a maciez dos seus cabelos rente a sua nuca. As portas voltam a se abrir e como um passe de mágica, estamos dentro de um luxuoso quarto de hotel.
É agora que tudo acontece?
Me pergunto quando sou prensada brutalmente contra uma parede. As suas mãos grandes e firmes agora se espalmam na minha bunda e na sequência, ele me ergue do chão. As minhas pernas abraçam a sua cintura sem demora e como se ele tivesse urgência, afasta a saia do meu vestido para cima, e os seus dedos imediatamente penetram o elástico da minha calcinha, alcançam a sua lateral e com uma puxada forte danifica a peça. O beijo devorador para, e extremamente ofegante, ele afasta o seu rosto do meu para fitar-me.
— Você pode desistir agora, se quiser, Chapeuzinho Vermelho.
Qual é problema dele?! Rosno mentalmente. E desistir? Meu Deus, estou literalmente ardendo por dentro!
— E por que eu desistiria? — sussurro com um pouco de dificuldade, porém, o seu olhar pesado de desejo ganha um inexplicável teor sombrio.
— Você precisa saber uma coisa sobre mim, Giovanna. — Ele diz com o mesmo som áspero que falou comigo na escadaria. — Eu não costumo fazer amor com as mulheres que levo para a minha cama. Não é algo que eu suportaria fazer. A mulher que ousar se deitar naquela cama comigo precisa saber eu gosto de foder... com força.
Sinto um estremecimento por dentro e engulo em seco.
— E você parece não estar acostumada com imposições ou ter familiaridade com o sexo extremo, garotinha.
Você precisa respirar, Giovanna!
E eu respiro.
Mas em resposta a essa sua promessa aterrorizante e sensual, pressiono a sua nuca e o atraio para mais um beijo, mostrando-lhe que ele não me causa medo algum e imediatamente ele torna o nosso beijo mais quente, sensual e impuro. E enquanto devora a minha boca, ele abre o zíper da sua calça, faz um movimento brusco e em uma fração de segundos, escorrega para dentro de mim.
— Ah! — Um gemido manhoso e quase desesperado se arrasta pela minha garganta. Andreas começa a se mexer ávido, feroz e bruto, levando-me a um êxtase jamais senti na minha vida. E enquanto o seu olhar felino captura o meu, sinto que estou sendo partida ao meio. — Oh, Deus!
Sim, eu clamei quando Andreas chegou mais fundo dentro de mim, me fazendo explodir com apenas dois movimentos rápidos. Na sequência, ele me segura em seus braços e dá alguns passos. Logo sinto uma maciez em minhas costas e alguns beijos cálidos começam a se espalhar pela lateral do meu rosto, depois pelo meu pescoço, até chegar no meu colo. Andreas se livra do meu vestido e retoma com os beijos, até alcançar o bico entumecido do meu seio.
— Só para você saber. — Ele diz sem parar os seus carinhos. — A noite está só começando.
É um aviso e se a preliminar foi assim, me pergunto se aguentarei uma noite inteira afundada na intensidade perversa desse homem.
— O que você está fazendo? — pergunto ainda recuperando as minhas forças, quando o sinto segurar o meu pulso e levá-lo acima da minha cabeça.
Engulo com dificuldade.
— Diga! — Ele exige, aumentando a força das suas estocas e os meus gemidos se tornam escandalosos.
— Me foda, Andreas! Me foda!
— Boa menina! — Ele rosna, abrindo as minhas pernas para me penetrar em seguida.
— Ah! — gemo mais alto, agarrando-me aos ferros contorcidos da cama, sentindo-o se mexer com força e em um ritmo alucinante.
Andreas, por favor!
Tenho vontade de suplicar pela minha redenção, mas engulo cada letra que essa frase tem, por que suplicar é a última coisa que farei para esse homem. No entanto, sou jogada dentro do inferno quando ele eleva as minhas pernas aos seus ombros e assim ganha mais profundidade dentro de mim, estocando com tamanha dureza.
— Oh! — Meus gemidos se tornam ainda mais escandaloso e estou pronta para explodir outra vez. Contudo, ele para o seu ataque e retira a venda dos meus olhos.
Tento focar nos seus olhos e percebo que ele me olha como se eu fosse um pedaço de bife suculento no seu prato. E com um rompante, Andreas me deixa de quatro para ele.
— Você não faz ideia do quanto é deliciosa, Giovanna! — Andreas urra seco e grosso, desferindo algumas t***s fortes na minha bunda, fazendo a minha pele arder no processo. E no mesmo instante, o sinto escorregar para dentro de mim outra vez.

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