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Sinto muito, Sr. Teófilo, a senhora faleceu romance Capítulo 1359

Patrícia declarou:

— Minha tia está apegada ao Sr. Lorenzo, e separá-los à força certamente deixará ela infeliz, o que não é bom para sua recuperação.

Enquanto falava, Patrícia praticamente dava voz a Sophie, que, emocionada, assentia repetidamente:

— É exatamente isso!

Natacha e Jorge trocaram olhares, relutantes em causar qualquer ferimento à filha recém-reconectada e extremamente frágil.

— Então está decidido, vamos seguir o conselho da Paty.

Jorge se dirigiu a Lorenzo:

— Você não tem objeções, certo?

Lorenzo, com um rosto sério, respondeu:

— Onde a Sophie estiver, estarei também.

— Ótimo, então vamos buscar a Sophie para levá-la de volta.

A família Botelho já havia preparado um grosso saco de dormir isolante, envolvendo Sophie cuidadosamente para protegê-la do frio.

O desdobramento desses eventos era algo que ninguém havia antecipado, incluindo o relacionamento com Lorenzo.

Jorge, Patrícia e Salvador estavam num carro juntos, com Jorge pressionando os dedos nas têmporas, uma expressão de exaustão marcando seu rosto.

— Paty, como está a Sophie?

Patrícia contou a condição de Sophie honestamente:

— Eu conheci Sophie no hospital antes de saber que ela era uma filha adotiva da família Martins. Foi seu estado de saúde que inicialmente despertou meu interesse e me fez conhecê-la. Desta vez, Ivone causou um grande tumulto que quase custou a vida dela. Mesmo que minha tia sobreviva, ela precisará de um bom tempo de recuperação.

— Paty, deixo a Sophie aos seus cuidados. — Suspirou Jorge.

— Vovô, pode confiar em mim, independente de qualquer relação, cuidarei bem da tia.

Essa simples frase expressava o desprezo que ela sentia por Ivone.

Ivone, observando ela se afastar apressadamente, se sentiu abandonada.

"Não, não pode ser. Natacha me ama tanto, como poderia me abandonar? Deve ser que os eventos recentes foram muito problemáticos, por isso Natacha ainda está brava comigo, mas assim que ela se acalmar, certamente virá me consolar."

Ivone se apegava a essas desculpas em sua mente, e pouco depois viu Natacha saindo com um prato de macarrão com frango, o aroma do caldo de frango se espalhando pelo ar frio.

Ivone, que havia passado o dia se sustentando com pequenos lanches no quarto, sentiu seu estômago roncar ao cheiro da comida.

Ela chamou, feliz:

— Mãe, eu sabia que você é a melhor, estou tão faminta, quero muito seu macarrão de frango.

Natacha continuou andando, sem parar, e respondeu friamente:

— Você acha que merece?

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