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Sinto muito, Sr. Teófilo, a senhora faleceu romance Capítulo 1133

Patrícia pressentia que havia uma história por trás daquilo:

— O que aconteceu naquele ano?

Jorge balançou a cabeça:

— Não é nada, vamos comer.

A pedido de Jorge, ele insistiu para que Patrícia o chamasse de avô.

Aproveitando que não havia ninguém por perto, Patrícia chamou baixinho:

— Vovô Jorge.

— Bom, boa menina. — Jorge levantou a mão e acariciou a cabeça dela.

"Percebo agora que ele é apenas um idoso gentil e amável, não parece ser alguém tão imponente."

Quando ele colocou a mão na cabeça de Patrícia, ela também sentiu algo estranho.

Talvez porque estivesse afastada de sua família por muito tempo, não sentia repulsa alguma.

Poucos dias depois, Jorge recebeu alta do hospital, e Patrícia, agora como sua médica pessoal, também foi para a Mansão dos Botelho.

O comboio entrou num amplo pátio na Cidade A, onde a cada cinco passos havia um sentinela ereto.

Patrícia saiu do carro no pátio e rapidamente desceu para ajudar Jorge.

Ivone e Natacha estavam no segundo carro e, ao descerem, ouviram Ivone dizer com desprezo:

— Ela é apenas uma médica, como pode sentar no mesmo carro que papai? Isso é ridículo.

Salvador lançou um olhar frio para ela, e Ivone, que já não ousava ser tão arrogante quanto antes, se calou.

Menos problemas, melhor, Patrícia fingiu não ouvir e continuou ajudando Jorge a entrar na Mansão dos Botelho.

Assim que entraram, ela notou que no quintal havia algumas árvores de jujuba. Já era inverno, todos os frutos tinham caído, e os troncos estavam cobertos por uma camada espessa de neve branca.

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