UMA SEMANA DEPOIS
LUCIUS DEVINE
— Céus! Sinto como se estivesse realmente nas nuvens agora — Lisa riu, um som de tirar o fôlego que era música para os meus ouvidos.
— Você ESTÁ nas nuvens agora. — eu ri de volta, segurando-a pela cintura.
Estávamos ambos em um balão de ar quente. Lisa nunca tinha estado em um antes e isso foi um pouco surpreendente. Um pouco porque, sim, balões de ar quente talvez não fossem a praia dela.
Mas então ela parecia realmente gostar. Ela estava apenas descobrindo isso, no entanto.
— Olhe como a noite é bonita. As estrelas estão tão lindas. — ela murmurou.
Sim, pilotar um balão de ar quente à noite provavelmente não era o que eu pensava que faria em breve, mas aqui estávamos.
— Vamos em um balão de ar quente todos os anos neste mesmo dia. — ela riu.
— Como você quiser. — eu beijei seu pescoço, deixando meus lábios se moverem em volta da marca que eu tinha deixado na noite passada.
O médico idiota tinha dito que tínhamos que evitar sexo bruto no primeiro trimestre do nosso bebê e estávamos tentando o nosso melhor para evitar isso, pela segurança do nosso filho.
— Nós faremos isso todos os anos — eu estava fazendo uma nota mental disso, assim como fazia uma nota mental de tudo que tinha a ver com Lisa.
Ela virou gentilmente e me encarou, segurando meu rosto.
— Não sei o que fiz em minha vida passada para te merecer. Devo ter feito algo realmente bom. — Ela sorriu.
— E eu devo ter sido um herói bom e legal, salvando todos, matando ninguém e então morrendo por todos para ter sido abençoado com você.
— Lucius. — ela olhou nos meus olhos.
— Eu preciso que você me prometa...
— Sobre promessas, Lisa...
— Você vai falar sobre a promessa anterior? Aquela sobre sair da máfia e tudo mais. Sim, agora entendo que não é tão fácil assim, então a promessa é inválida, você não precisa se preocupar com isso, mas a promessa que preciso que você faça agora, é uma que nunca será inválida.
— Minha Cupcake é tão inteligente. Tudo bem. Vá em frente, qual é essa promessa?
— Prometa que nunca vai me trair. — ela exigiu e eu franzi o cenho.
— Parece que eu vou fazer essa merda algum dia? — eu perguntei.
— Eu... Eu sei que você não vai, mas só quero ouvir você dizer
— Tudo bem. Prometo que nunca vou te trair. Vamos selar essa promessa adequadamente, vamos? — eu perguntei e sem esperar por uma resposta, me inclinei para beijá-la e tomei seus lábios nos meus.
Lisa sorriu contra meus lábios antes de abrir e me beijar de volta, minhas mãos indo para a parte de trás da sua cabeça.
Eu alcancei uma mão em seu cabelo, puxando-o para o meu alcance e a beijando com mais intensidade. Ela me beijou de volta com a mesma intensidade, me puxando para perto como se me quisesse naquele momento.
Um convite para transar com Lisa era algo que eu nunca recusaria, mesmo que fosse em um balão de ar quente.
Eu era o piloto, apenas porque eu queria nós dois nele, sem pilotos bobos por perto.
Eu arranquei meus lábios dos dela e os olhei com um olhar luxurioso por um segundo antes de virá-la para olhar de volta para o ar, seu cabelo ainda preso em minha mão.
Com minha mão livre, empurrei seu vestido para cima, puxando-o até a cintura enquanto minha boa e bonita vadia tentava desfazer meu zíper. Ela conseguiu justo quando eu puxei sua calcinha para baixo.
— Já molhada. Pensando nisso desde que subiu aqui, estava? — eu dei um tapa em sua bunda.
— Eu... Eu estava... Só me perguntei como seria gozar aqui
— Você está prestes a descobrir — eu dei o mesmo castigo na outra nádega e observei ela ficar vermelha.
Dobrando-a adequadamente, enfiei meu pau dentro de sua buceta encharcada.
— Ah, foda! — ela gritou.
— Grite o quanto quiser. É o ar, ninguém pode te ouvir. — eu sussurrei em seu ouvido antes de sair e enfiar de volta.
Minha mão logo foi para seu clitóris e ela tremeu no momento em que eu a toquei ali.
— Sim... Sim, papai! — Suas palavras eram altas, exatamente como eu queria que fossem.
Eu a fodi por trás, enquanto meu polegar circulava seu clitóris.
— Ser fodida em cima disso te excita tanto. Você está tão molhada. — eu dei um tapa em seu clitóris e ela pulou ligeiramente.
— Oh, foda! — Ela amaldiçoou quando eu bati em seu clitóris novamente.
— Sim! Isso me excita tanto! Eu amo o pau do papai me fodendo!
Eu a amava! E a amo. E a amarei para sempre. Este lado dela e aquele lado dela. Eu amarei ambos e os valorizarei para sempre.
Eu podia sentir ela se apertando, seu orgasmo próximo, mas eu não queria que ela gozasse comigo dentro dela. Eu queria seus sucos no meu rosto.
— Merda! — Eu amaldiçoei, saindo rapidamente e indo de joelhos para chupar sua buceta.
— Papai! Hmmph! — Eu enterrei meu rosto em sua buceta por trás e bati nas duas nádegas ao mesmo tempo.
Cupcake perdeu todo o controle e gozou ali mesmo. No meu rosto.
Aaah. Simplesmente perfeito!
Eu lambi sua buceta, esfregando meu rosto antes de empurrar minha língua dentro dela para pegar mais de seus sucos.

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