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Sim, papai romance Capítulo 107

LUCIUS DEVINE

Foda-se! Eu estava tão errado. Eu estava tão errado em privar Cupcake de algo que eu também queria tanto quanto ela, ou até mais.

Meu pau já estava latejando. Duro e tão pronto para ser enterrado em um dos seus buracos. Minha Cupcake sempre foi essa vadia, bonita e sexy pra caralho.

Vê-la de joelhos quase me fez explodir. Merda! Eu tinha sentido falta disso.

Chegando na frente dela, eu toquei o lado da boca dela com uma mão, enquanto liberava meu pau com a outra.

Os lábios de Lisa se abriram ligeiramente ao ver meu pau. Vadia faminta. Eu observei enquanto ela encarava meu comprimento duro e engolia em seco.

— Você quer tanto o meu pau na sua boca, não é? — Eu gemi e ela levantou o olhar para me encarar nos olhos.

— Eu quero. Eu quero muito, papai.

Sua voz suave dizendo essas palavras sujas fez meu pau pulsar. Segurando meu membro pela base, eu o pressionei contra o lado da boca dela e o deslizei sobre os lábios.

Um suave hmmm saiu dela, enquanto eu deslizava a cabeça do meu pau sobre seus lábios. Era tão bom. Eu tinha sentido tanta falta disso.

— Abra — Mal conseguia reconhecer minha própria voz agora.

A luxúria já estava me enlouquecendo e meu comprimento estava rapidamente assumindo o controle total da situação.

Ela abriu a boca e eu enfiei a cabeça do meu pau dentro dela. Imediatamente, ela começou a chupar, suas mãos subindo par ele e envolvendo-o.

Joguei a cabeça para trás, xingando.

— Eu senti tanta falta da sua boca. Este buraco quente e bonito e sua... E sua língua maldita. Merda! Sim... Use essa língua direito. — Eu gemi, perdendo os sentidos, enquanto sua língua provocava a cabeça do meu pau antes de ela mover a cabeça nele mais uma vez, levando mais de mim para dentro da boca.

Ver seus lábios se esticarem, enquanto ela lambia e chupava meu pau tinha o prazer em mim explodindo.

Minha mão alcançou seus cabelos, agarrando a parte de trás da cabeça dela e tomando controle dos seus movimentos.

— Olhe para mim. Olhe para mim enquanto você chupa meu pau. — Eu ordenei e ela levantou o olhar para me encarar.

Seus olhos estavam provocantemente inocentes. Um olhar inocente, enquanto chupava meu pau era demais. Eu segurei seus cabelos com mais força e enfiei meu comprimento dentro da boca dela.

Um som de engasgo escapou da garganta dela e eu saí suavemente, me inclinando para beijar seus lábios. Eu a beijei, com força e embora sem fôlego, minha pequena vadia me beijou de volta.

Ela gemeu no beijo, enquanto eu devorava a boca dela por alguns segundos com minha língua antes de me afastar e quase instantaneamente substituir, minha língua pelo meu pau.

Eu enchi a boca dela e ela engasgou novamente. O som do engasgo era tão prazeroso.

— Facilite para mim. Deixe o pau do papai entrar na sua garganta. — Eu toquei sua bochecha e então saí da boca dela.

— Papai! — ela chamou, os lábios entreabertos e a respiração bastante pesada.

— Posso... Posso me tocar, enquanto sou fodida pelo seu pau? — Ela perguntou.

Vadia, puta e safada.

— Não, eu tenho que tocar nessa buceta primeiro antes que suas mãos o façam. — Eu respondi e puxei a cabeça dela de volta para o meu pau.

— Agora seja uma boa garota e deixe esse caralho entrar — Eu enfiei meu pau profundamente dentro dela e a puxei mais para dentro.

— Oh foda! Sua boca... É tão bom. — Eu arfei, sentindo meu pau na garganta dela.

Talvez fosse porque tinha passado um tempo desde que senti esse prazer alucinante, mas eu sabia que ia gozar em breve.

Eu queria despejar meu gozo na garganta dela e depois no rosto dela. Eu queria ver o rosto dela pingando com meu gozo.

— Caralho! — Só de visualizar isso, eu estava chegando lá rapidamente.

— Cupcake — Eu rosnei.

— Eu vou gozar na sua garganta

Ela moveu a cabeça no meu pau de maneira consentida. Joguei a cabeça para trás e deixei meu orgasmo assumir o controle.

A primeira ejaculação foi na garganta dela, a segunda foi na boca dela quando eu saí preenchi seu rosto tambem.

— Caralho! Você parece muito uma vadia agora. Minha vadia. Minha e somente minha. — Eu arfei, enquanto terminava em seu rosto.

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