Leandro usou a própria beleza para seduzir. A cabeça dela não acompanhou, ela perdeu a vantagem, e Leandro entrou na sala dela sem dificuldade.
Enquanto colocava a água, Lorena ficou reclamando em silêncio.
Ela encheu um copo para si, tomou vários goles, e só depois serviu Leandro.
Leandro estava observando o lugar.
— Faz tempo que eu não venho aqui. Você mudou bastante coisa, está com muita personalidade. Você foi em exposição de novo?
Leandro comentou sobre um quadro ousado e moderno:
— Esse estilo é muito marcante. Esse artista ainda tem exposição? Quando você me leva para ver?
Lorena ainda lembrava da cara de desprezo de Eliezer quando ele veio à casa dela pela primeira vez.
Eliezer gostava de algo suave, sem ataque, queria alguém comportada, e ainda queria obrigar ela a mudar.
Ter gostos diferentes era normal. Mas usar isso para alimentar a própria necessidade de controle e obrigar o outro a mudar era desumano.
Lorena comprava o que gostava, sem ligar para o olhar dos outros. Mesmo que Leandro dissesse que não gostava, ela não ligaria, porque aquela casa era dela, quem mandava era ela. Bastava ela gostar.
Só que ela via. Leandro não estava bajulando. Ele tinha interesse de verdade.
Respeitar o gosto um do outro era bom.
E quando o seu gosto era visto por alguém que também admirava e curtia, a alegria vinha em dobro.
— Tranquilo. — Lorena estendeu o copo.
Leandro baixou os olhos, olhou o copo. Quando pegou, a ponta dos dedos dele roçou nos dedos dela. Ele bebeu sem desviar o olhar, ficou encarando o rosto dela. Depois de engolir, continuou olhando nos olhos de Lorena e sorriu:
— Obrigado. Você é tão boa comigo... eu vou ter que pensar direitinho em como te retribuir.
Lorena não queria lidar com a lábia de Leandro e apressou:
— Bebeu, então vai embora. É só um copo d'água, não precisa retribuir nada.
— Você é generosa e não liga, mas eu não posso pensar assim. Senão parece que eu não sei me portar.
Os dois ficaram assim, se encarando. Leandro olhou, olhou... então a mão dele encaixou na nuca dela, ele se aproximou e tomou a boca dela num beijo.
Vendo que Lorena não resistiu, Leandro aprofundou o beijo, cada vez mais. A mão dele começou a deslizar pelas costas dela, indo e voltando.
O tecido da calça dele era fino, e Lorena sentiu logo.
Eles se afastaram um pouco. Lorena estava com os lábios vermelhos e úmidos. Ela passou a mão no canto da boca e olhou para ele:
— Além de abraçar, ainda quer beijar. Você é muito bom em se premiar, não é?
— Diz aí, você gosta ou não gosta do meu beijo?
— Se não gostasse, por que não me empurrou?
Assim que terminou de falar, Leandro a beijou de novo e pressionou Lorena contra o sofá. Beijou ela por mais um tempo e, quando se afastou um pouco, disse:
— Eu ainda quero fazer outra coisa.

Comentários
Os comentários dos leitores sobre o romance: Sim! Me Casei Com Irmão Do Ex
Acabou assim?...
Eu me recuso acreditar que a Luana tem filhos com o Henrique. E o Dante ter que criá-los. Pra mim perdeu toda graça do livro. O Dante não merece isso. Desisto de ler....
Gente, q palhaçada esse negócio de soltar um capítulo por dia?!?! Q desrespeito com o leitor! Termina logo essa estória, se não tem condições de escrever!!...
Seria tão bom ler sobre a história que pagamos para ler, o casamento de Dante e Luana, saber como ficou o Henrique, as crianças e finalizar o livro. Ao invés de disso temos que ler a não sei quantos capítulos sobre a história de Júlia e David ( que poderia estar em um livro a parte de tão chata) Vamos autora, só de um fechamento a essa história infinita!...
Por que somente 1 capítulo por dia?...
Autora perdeu a imaginação? Já se passaram dias sem atualização. Espero que quando voltar, volte com todas elas......
Acabou no 1000 gente não tem continuação essa bexiga ?...
Que história mais enrolada... Acho que o autor não sabe mais o que escrever e está enrolando... Fora que é ridículo, um capítulo por dia....
Julia e Daivid aff muita enrolando sem graça...
A gente perde as moedas do nada... Comem as moedas, sem passar os capítulos....