“Meu filho já está investigando. Você não precisa se preocupar.”
Todos concordaram que se tratava de um homicídio premeditado. No entanto, por ora, não havia pista alguma.
Por sorte, Liam teve um golpe de sorte. Havia uma lixeira ao lado da via que amortecera o impacto, salvando-lhe a vida, embora tenha causado algumas lesões internas.
Ainda que o caminhão estivesse circulando ilegalmente, como uma coincidência dessas poderia acontecer? O acúmulo desses acasos despertou a desconfiança de todos.
Vania estava um pouco exausta, mas resistia a dormir, como se temesse voltar a ter aqueles sonhos.
Enquanto isso, Hanson acolheu a esposa delicada nos braços, inquieto, distribuindo beijos e carícias.
Felizmente, ele, que a tratava com extremo carinho, conteve-se de qualquer excesso. Acalmou-a com paciência: “Eu vou ficar com você. Não há por que ter medo.”
Olhando para o homem ao seu lado, parecendo um lobo à espreita, Vania disse: “Com você aqui, eu fico é com mais medo.”
Ela temia que aquele homem fizesse algo indevido quando ela pegasse no sono.
Contudo, Hanson ergueu a mão como garantia. “Querida, eu definitivamente não sou esse tipo de homem.”
Ele não tiraria proveito da vulnerabilidade dela, ainda que fosse sua esposa.
“E você acha que eu vou acreditar?” Esse homem já dera garantias muitas vezes e nunca as cumprira.
O teor das promessas dele era simplesmente inacreditável.
Ele assentiu com seriedade. “Você acabou de doar sangue e está debilitada. Como eu poderia fazer esse tipo de coisa?”

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