Por isso, alguns fãs apareciam de vez em quando, na esperança de esbarrar com eles.
Mal sabiam que Hanson e Vania já tinham ido embora.
O líder de Sunderland estava radiante com a receita turística.
"Preparem uma faixa para o presidente Luke e para o presidente Greyson. Quero entregar pessoalmente."
O valor total do turismo nesses poucos dias superou em muito o do ano inteiro anterior.
Tudo graças a Vania e Hanson.
Agora, Sunderland promovia a cidade usando o nome dos dois.
Os fãs que visitavam estavam nas nuvens, mas Hanson não.
Ele estava em "jejum" havia dois dias seguidos. Parecia uma tortura mental.
Quando voltaram para casa, as restrições impostas pelas crianças continuaram.
Tudo o que ele fazia era vigiado por sete pares de olhos.
Eram sete grandes "figurantes" que se metiam entre ele e Vania.
Era essa a consequência daquela travessura inofensiva?
Essa punição não era severa demais?
Felizmente, depois do jantar em família, os sêxtuplos permitiram que os pais tivessem um tempo a sós.
Hanson finalmente podia ficar sozinho com Vania.
Ele a acolheu nos braços, e todas as palavras que queria dizer foram colocadas nesse abraço.
"Amor", chamou, com mágoa.
Ela riu. "O que foi? Você pode fazer travessuras com nossos filhos, mas eles não podem fazer com você, é isso?"
Ele franziu a testa. "Um dia todos vão se casar; por que precisam ficar monopolizando minha esposa?"
"Amor, você precisa entender, eles têm só cinco anos." Ela precisou lembrá-lo.
Ainda era cedo demais para pensar nos bebês se casando.

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