Thomas estava bloqueando a porta. Os profissionais de saúde o empurraram para o lado.
Com esse empurrão, Thomas caiu de volta na cadeira de rodas.
— Jovem Mestre, é... — O assistente não conseguia entender o que estava acontecendo.
Será que o Velho Mestre ficou animado demais por receber uma proposta alta da Galaxy Corporation?
Mas não parecia ser isso.
Depois que Benjamin foi levado, um grupo de funcionários com desinfetante veio em seguida, borrifando e espanando o chão.
Era como se algo impuro tivesse passado por ali.
Eles usaram tanta força que parecia que queriam abrir um buraco no piso.
Vendo Thomas atônito, o assistente não resistiu e perguntou: — Jovem Mestre, devemos ir ao hospital?
Só então Thomas Kepler voltou a si. Respondeu em voz baixa: — Vamos entrar.
Ele tinha algumas perguntas para Vania.
Nesse momento, os funcionários no saguão também voltaram a se movimentar, e logo o prédio de escritórios retomou a normalidade.
Parecia até mais luminoso do que antes.
Todos exibiam um sorriso orgulhoso.
Vania estava sentada, serena, em sua cadeira executiva, saboreando o café com tranquilidade.
Era como se nada tivesse acontecido.
Linda retomou o trabalho e relatou a Vania: — Chefe, Thomas Kepler chegou.
Vania não se surpreendeu. Perguntou com calma: — Quando ele chegou?
Não é de se estranhar que Thomas tenha ouvido a notícia.
Mas Benjamin foi levado às pressas para o hospital. Por que ele não o acompanhou?
Será que veio exigir explicações?
Linda respondeu: — Ele já estava à porta quando carregaram Benjamin Kepler para fora.
— Melhor cedo do que tarde. Deixe-o entrar.
Linda assentiu e já ia sair quando Vania a deteve. — Espere. Prepare antes um copo de suco de laranja para ele.

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