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Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA! romance Capítulo 28

ARES BECKETT

Eu estava no meu escritório, encarando a vista da cidade. Nesse momento eu deveria estar com toda a minha atenção focada no trabalho, mas minha mente continuava me levando até minha esposa.

A imagem da Rubi desafiadora e linda, não saía da minha cabeça. E a imagem dela ao lado de Domênico Bane me fazia querer quebrar o vidro da janela com minhas próprias mãos.

O interfone tocou, interrompendo minha adoração e fúria ao mesmo tempo.

— Sr. Beckett, a Sra. Leonora Montenegro está na linha dois. Diz que é urgente.

Leonora. Aquela sanguessuga. Suspirei, irritado.

— Passe a ligação.

Peguei o telefone, já esperando algum pedido de dinheiro ou convite para um jantar fútil.

— O que você quer, Leonora? Estou ocupado.

— Ares, querido! — A voz dela estava aguda. — Graças a Deus você atendeu. Nós temos um problema. Um problema enorme!

— Seja breve.

— A Rubi... ela esteve aqui. Aquela garota está fora de controle, Ares! —Me conte uma novidade... — Ela brigou com o pai, houve uma discussão horrível... Ela disse que não vai nos ajudar financeiramente e, pior, ela ameaçou pedir o divórcio antes do prazo!

Senti meu corpo ficar rígido na cadeira.

— O que você disse? — Quão grande foi essa discussão para a doce Rubi ameaçar deixar a família na ruína?

— Ela disse com todas as letras! — Leonora continuou, desesperada. — Disse que se pedirmos dinheiro a ela, ela entra com o pedido de divórcio amanhã mesmo e deixa você destruir a gente. Mas Ares, pense... se ela pedir o divórcio agora, a cláusula de tempo do testamento do seu avô... você perde a herança!

Desliguei o telefone na cara dela.

Joguei o aparelho sobre a mesa com força.

— Maldita! — rosnei.

Rubi estava jogando pesado. Ela sabia que a herança do meu avô dependia de eu estar casado por um ano. Faltavam três meses. Se ela pedisse o divórcio agora, eu teria muita dor de cabeça, mas duvido que essa seja a intenção dela.

— Bem, tem o Baile de Gala da Fundação Solar no sábado. O senhor recusou o convite. O vice-presidente ia representá-lo.

— Cancele o vice-presidente. Eu vou.

— O senhor vai? — Ela pareceu surpresa. Eu odiava esses eventos.

— Sim. E avise a organização que irei acompanhado da minha esposa. Quero a mesa principal.

— Sim, senhor. Mais alguma coisa?

— Sim. Mande entregar um buquê de rosas vermelhas na minha casa hoje. O maior que conseguir encontrar.

Claudia saiu.

Rubi queria ser uma mulher independente? Ótimo. Mas ela ainda levava o meu sobrenome. Eu usaria as obrigações sociais de "esposa" para mantê-la ao meu lado, sob o meu controle, longe de Domênico. Eu a levaria a eventos, jantares e viagens. Eu a sufocaria com a minha presença até que ela não consiga lembrar mais como era a vida antes de receber minha atenção.

Três meses. Eu tinha três meses para domar minha adorável esposa rebelde. E eu nunca falhei em alcançar algo que me propus a conseguir.

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