DOMÊNICO BANE
O beijo foi lento, calmo e tinha todo o alívio que eu sentia por tê-la ali, nos meus braços.
Valentina se afastou um pouco, rompendo o beijo, e me encarou com uma expressão de diversão. Seus dela brilhavam intensamente, diferente do o cansaço sombrio de minutos atrás.
— O que foi? — perguntei, sorrindo e usando o polegar para tirar uma mecha de cabelo molhado que estava grudada na bochecha dela.
— Só fiquei imaginando uma coisa — ela murmurou, mordendo o lábio inferior para conter um sorriso travesso. — Queria saber se o Super-Domênico teria uma forma mágica de transar sem que a gente precisasse tirar as calças debaixo dessa água.
Soltei uma risada pelo nariz, apertando a cintura dela por baixo da água.
— Até um herói tem os seus limites, Tina. Essa é uma habilidade que eu infelizmente ainda não domino.
Ela inclinou a cabeça e deu uma mordida leve no meu maxilar, onde a pele não estava machucada da briga de ontem, provocando um arrepio.
— Bom... nesse caso, nós teremos que tirar tudo então — ela sussurrou contra a minha pele.
Senti o meu corpo reagir imediatamente ao tom dela, mas abracei sua cintura com mais força, mantendo-a sentada exatamente onde estava, sem mover um único botão da blusa dela.
— Não — respondi com a voz suave, mas irredutível. — Nós não vamos fazer isso agora. Eu prefiro que você descanse.
Valentina recuou o rosto, piscando algumas vezes, visivelmente confusa.
— Mas eu quero você, Dom.
— E eu sempre quero você também. Mais do que qualquer coisa no mundo — afirmei, acariciando as costas molhadas dela. — Mas não acho que seja uma boa hora para isso. Você acabou de sair de uma crise forte. O seu corpo precisa de tempo e de cuidado, não de esforço físico para chegar à exaustão.
O sorriso brincando nos lábios dela sumiu. Valentina ficou quieta, desviando o olhar para a espuma que se formava nos cantos da banheira.
E então, ela fungou.
Afastei o meu rosto do ombro dela para olhá-la direito.
— Tina? Por que você está chorando? — questionei, completamente atordoado ao ver os olhos dela marejados.

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Os comentários dos leitores sobre o romance: Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA!