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Senhor CEO, sua esposa gorda virou uma DEUSA! romance Capítulo 13

ARES BECKETT

A reunião com os acionistas estava um tédio mortal, até que meu celular vibrou sobre a mesa. Era uma notificação de um site de fofocas.

"BOMBA: A misteriosa e deslumbrante esposa de Ares Beckett é vista entrando na sede da Bane Fashion. Traição conjugal ou corporativa?"

Abaixo da manchete, havia uma foto de Rubi, linda em um macacão branco, sorrindo para a recepcionista do meu inimigo.

Senti o sangue ferver nas minhas veias. Joguei o celular contra a parede, estilhaçando a tela e fazendo todos na sala de reuniões pularem de susto. Aquele maldito Bane, com certeza foi ele quem fez essa notícia sair!

— A reunião acabou! — berrei. — Saiam todos!

Peguei as chaves do carro e saí da empresa como um furacão. Rubi não tinha o direito. Ela era minha esposa. Minha propriedade. Como ela ousava entrar no covil de Domênico Bane?

Dirigi até a Bane Fashion desrespeitando todas as leis de trânsito. Cheguei lá cantando pneu e o segurança tentou me barrar na entrada.

— O Sr. Bane não está recebendo...

— Sai da frente ou eu compro esse prédio e te demito em cinco minutos! — empurrei a catraca e marchei para os elevadores.

Ninguém teve coragem de me impedir. Subi direto para a cobertura.

Quando as portas se abriram, a cena que vi fez meu estômago revirar. Domênico e Rubi estavam rindo. Ele estava segurando a mão dela, comemorando algo.

— Que cena comovente! — anunciei minha chegada em alto e bom som.

O sorriso de Rubi desapareceu, substituído por aquela expressão fria que ela aprendeu a usar recentemente. Domênico, por outro lado, apenas aumentou o sorriso, como se esperasse por mim. Óbvio que ele esperava. Aquele fotógrafo era gente dele, sem sombra de dúvidas.

— Ares! — Domênico abriu os braços. — Veio parabenizar a nova cara da Bane Fashion?

— Você assinou com ele? — Caminhei até Rubi, ignorando o bastardo. — Você perdeu o juízo, Rubi? Você é uma Beckett!

— Eu sou uma Montenegro — ela respondeu, sem pestanejar. — E assinei, sim. É o melhor contrato da minha vida.

Soltei uma risada de descrença.

— Você acha que eu tenho medo de um pedaço de papel, Ares? Você pagou as dívidas do meu pai, parabéns. Mas o dinheiro que vou ganhar aqui paga essa dívida três vezes. Vou contratar os melhores advogados da cidade e anular cada linha abusiva desse contrato maldito.

— A única coisa que você vai fazer é voltar para casa comigo. — ordenei, segurando o braço dela.

— Solte-a — Domênico advertiu.

Rubi puxou o braço com força, se soltando.

— Eu não vou voltar com você. E se tentar me forçar, vou à imprensa e conto tudo. Conto como o grande Ares Beckett trata a esposa. Conto sobre as humilhações, a crueldade e como você me chamava de "baleia" enquanto eu dormia no quarto de hóspedes. Quer pagar para ver quem tem mais a perder?

Fiquei em silêncio. O escândalo seria colossal.

— Aproveite seus quinze minutos de fama, Rubi — cuspi as palavras, ajeitando meu paletó. — Mas lembre-se: você ainda é casada comigo. Vamos ver quais advogados farão um trabalho melhor, os meus ou os seus.

Ela podia ter ficado mais bonita, mas cometeu o erro fatal de me desafiar. Eu vou destruir Domênico Bane e trazer Rubi de volta para o lugar dela: debaixo do meu sapato.

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