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Renascida e Desalmada: Meus irmãos imploram por perdão romance Capítulo 404

Tainá olhou para a mulher que falava. Ela vestia um vestido azul-claro um pouco discreto, mas a marca no peito mostrava que era um modelo de alta costura da JD.

Com um corpo escultural e cabelos loiro-claros espalhados casualmente sobre os ombros.

Pele branca, olhos grandes e expressivos, e pequenos lábios vermelhos ostentando um belo sorriso.

Ao ver o olhar de adoração de Leandro, como Tainá não saberia quem era ela?

— É verdade, a cunhada sempre tem boas ideias.

A família Cardoso já havia aceitado essa nora.

Se Tainá não estivesse enganada, a família Cardoso usaria essa festa de aniversário para apresentar sua futura nora ao público.

Luna se apressou em pegar suco da torre de bebidas, serviu um copo para a avó primeiro, entregou-o com as duas mãos e depois serviu um para cada uma das três.

— Saúde.

— Você está tão apressada assim?

A avó Cardoso repreendeu a neta, mas atendeu ao pedido.

Depois que Tainá e Débora cumprimentaram os mais velhos da família Cardoso, Luna as puxou para a frente.

Luna levou as duas para o quintal, encontrou um gazebo: — Aqui é tranquilo, vamos sentar aqui.

— Você não vai cumprimentar os convidados?

Perguntou Débora.

— O meu irmão mais velho e a cunhada estão lá, além do meu pai, minha mãe e o mordomo.

— Sua cunhada ainda nem casou e não entrou na família.

— É como se já tivesse entrado, ela veio ajudar desde ontem.

— Sua cunhada é muito capaz.

— Claro. Minha mãe a elogia e ainda me mandou aprender com a cunhada.

Se ela não fosse capaz, como poderia ter conquistado o coração da família Cardoso?

Isso fez Tainá sentir ainda mais pressão, já que destruir a relação entre Isadora e a família Cardoso seria muito difícil.

Tainá e Luna acompanharam a direção de Débora. Isadora acompanhava os criados que empurravam um carrinho de frutas.

Enquanto sorria e cumprimentava os convidados, ela instruía os criados a servirem as frutas aos convidados, arrumando-as ela mesma.

Quando Isadora olhou para trás, notou com o canto do olho que Leandro também cumprimentava os convidados. Um sorriso gentil surgiu no canto de seus lábios.

— Luna, venha logo pegar frutas.

Quando o carrinho de frutas foi empurrado para perto de onde Tainá e as outras estavam, Isadora acenou, chamando Luna com carinho.

A naturalidade era como se chamasse a própria irmã com a qual cresceu.

Luna correu para pegar as uvas que Isadora lhe estendia: — Obrigada, cunhada.

Isadora então trouxe um prato de cerejas e um de tomates-cereja: — Coma mais frutas, faz bem.

Ela fingiu reparar acidentalmente em Tainá: — Você é Tainá? Mestra Sol, ouvi muito sobre você e, finalmente, estou conhecendo você em pessoa hoje.

— Não chego aos seus pés, Isadora, que tem muito conhecimento e experiência.

Vocês ainda são jovens. Na idade de vocês, eu não entendia de nada, era muito inferior a vocês.

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