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Reclamada pelo Sr. Bilionário romance Capítulo 385

A assistente de Summer respondeu rápido com um “Entendi.”

Com tudo resolvido, ela se recostou no banco do passageiro e parou de se preocupar.

O sol poente derramava um brilho dourado enquanto o carro avançava pela avenida principal, até virar numa rua lateral. Summer observava a paisagem, as sombras longas das árvores desenhando padrões na calçada, quando, de repente, uma sensação estranha a invadiu, algo estava errado.

Essa rua… não é para o Summer Hotel?

Assim que o pensamento passou por sua mente, a paisagem da cidade do lado de fora da janela se transformou num instante, como mágica. Os prédios altos e comuns se iluminaram num estalo de cores e neon.

Nas fachadas imponentes, letras brilhantes piscavam.

“Case comigo, Summer!”

As palavras pareciam saídas de um drama tão deslumbrantes, tão surreais. Mesmo assim, o carro não acelerou nem desacelerou; continuava deslizando com calma e firmeza.

Por dentro, Summer encarava a janela, incrédula, vendo aquelas palavras brilhantes piscando várias vezes.

Toda vez que via seu nome “Summer” seu coração tremia.

Será que é para mim? Ela só conseguia pensar num homem capaz de fazer algo assim, Fraser.

A voz dela estava trêmula. “Yvette, eu…”

A mulher sorriu do banco do motorista. “Amiga, chegamos.”

O carro parou na entrada do Summer Hotel.

A fachada inteira do hotel havia sido transformada num mar de flores rosas, peônias e trepadeiras transbordando como ondas.

E não era só isso. As luzes de neon pelo prédio brilhavam ainda mais forte.

Do topo ao chão, letras enormes caíam como uma cascata: “Case comigo!”, iluminando o horizonte noturno de Havenbrook.

A cena era tão grandiosa que uma multidão se aglomerava do lado de fora, atraída pelo espetáculo. Pessoas ofegavam, tiravam fotos, tentando capturar cada segundo no celular.

Seguranças circulavam pelo perímetro do hotel, mantendo a ordem.

Yvette abriu a porta e deu um leve empurrão em Summer. “Vai lá.”

Não muito longe, Fraser estava em pé, imponente e sereno.

Ele vestia um terno branco, algo que nunca havia usado antes. Nas mãos, segurava um buquê de lavandas suaves. As flores púrpuras, discretas, combinavam com o branco impecável do terno, fazendo-o parecer inacessível, quase intocável.

Quando viu Summer aparecer, começou a caminhar na direção dela, cada passo firme, elegante, intencional.

Então, no céu acima dele, dezenas de drones se posicionaram em formação, movendo-se em perfeita sincronia para formar um enorme coração. Dentro dele, seu nome “Summer” brilhava no ar.

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